A tenção era nítida que acredito que seria possível palpar. Era como se o mundo parasse e naquele momento houvessem apenas os dois ali se encarando. Estava com receio de que a qualquer momento um dois dissesse ao outro: “Cai pra dentro, carinha.” Graças a Deus, logo eles se desviaram. Ítalo sentou-se ao meu lado e Brendo cumprimentou os demais que estavam a mesa. Em seguida se retirou. Respirei aliviada e agradeci mentalmente, ao meu pai, quando me chamou para que eu o mostrasse os detalhes da obra para a qual fui contratada. - Sim, claro pai. – Levantei-me. – Com licença, vou com meu pai e já voltamos. Começamos a andar e fui mostrando a ele os detalhes em metal preto e madeira, do bar, com luminárias pendentes em cor envelhecida e formato de lua. Depois, passeamos pela área do resta

