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2172 Palavras
*Haebom* Acordei na manhã seguinte deitado no sofá, logo que olhei para o lado vi Chay por cima do meu braço ainda dormindo, estávamos tão perto e ver ele dormindo tão aconchegado e confortável me deixava tranquilo, sua feição parecia tão calma, diferente de quando ele falava de seu passado. Queria de verdade poder curar a dor que ele sentia, mas eu melhor do que ninguém entendia bem que lembranças não são apagadas, apenas são esquecidas e aparecem para nos atormentar. Além disso quando falei para irmos dormir ele pareceu ficar meio receoso, o que me fez pensar que seu medo da chuva fosse bem complicado ou talvez ele só quisesse dormir comigo, vai saber. Fiquei encarando o gatinho por um certo tempo, estranho chamar ele de gatinho? Talvez mas no fim das contas ele era mesmo. Sem intenção de acordá-lo acabei pegando meu telefone ao lado do sofá e vi que haviam algumas ligações perdidas, além do horário que já havia passado a muito tempo. -Pronto, agora eu to lascado. Meu telefone começou a tocar de repente e assim que vi o nome ‘Chefe’ no contato comecei a entrar em pânico, de qualquer maneira não poderia deixar a ligação passar. Me levantei com um certo cuidado para não acordar o Chay e fui até a cozinha onde atendi o telefonema. -Bom dia senhor. -Bom dia Haebom, por que não atendeu mais cedo? -Me desculpe de verdade senhor, eu acabei dormindo demais e perdi o horário, estarei o mais rápido possível na empresa e aceitarei qualquer punição. -Calma não precisa se justificar tanto esta bem? Era justamente por isso que estava ligando, pedi para minha secretária avisar mas como ela não conseguiu entrar em contato com alguns colaboradores eu resolvi fazer isso, hoje não precisa ir a empresa. -Não? -Não, por conta da chuva de ontem tiveram problemas na fiação, tentaremos arrumar tudo ainda hoje. -Ah sim, entendo. -Mas isso não quer dizer que não teremos trabalho certo? Logo mais irei enviar alguns arquivos em seu e-mail, preciso que revise para mim e me mande um relatório certo? -Sim senhor e novamente me desculpe. -Tá tudo certo, fique de olho em seu e-mail, nos vemos segunda na empresa. -Sim senhor. Desliguei o celular e pude sentir um alívio tão grande, deveria ficar mais responsável com essas coisas, mas também como eu iria saber que não ia acordar no horário? Enfim acontece. Voltei para a sala e assim que me sentei no sofá o Chay acabou acordando. -Bom dia Chay. -Bom dia hyung, com quem estava falando? -Como sabia que estava falando com alguém? -Ouvi você dizer ‘Sim senhor’ e depois vim. -Espertinho, era o meu chefe, por conta da chuva teve problema de luz e eles vão arrumar hoje, no caso só vou lá segunda. -Hm entendi. O mesmo se levantou e começou a se espreguiçar. -Vai tomar seu banho agora? -Posso? -Claro, posso fazer uma coisa antes? Ele pareceu meio curioso então tirando coragem do meu ventre deixei um selar em seus lábios rapidamente. -Hyung. Ele disse se levantando parecendo até meio desnorteado. -O que foi isso? -Beijinho de bom dia. -Eu nem escovei meus dentes ainda. -E depois que escovar posso ganhar um? -Espertinho. -Va logo tomar seu banho que hoje o café da manhã vai ser fora. Vi o mesmo sair da sala e ir em seu quarto para pegar sua toalha, logo se dirigindo ao banheiro. Esperei ele sair do banheiro e assim que fez eu entrei para tomar o meu banho. Assim que terminei sai e fui para o quarto me trocar. Não iria tão extravagante, acabei colocando uma calça jeans clara, uma blusa azul por baixo e outra para o frio, sabia que estaria frio por conta da chuva, terminei arrumando meu cabelo e passando perfume. Assim que cheguei na sala vi Chay todo lindo usando as roupas que havíamos comprado, logicamente tudo preto mas ele ficava muito bonito de qualquer maneira. -Você se arrumou tanto assim? -Ta exagerado? -Ta perfeito, pronto? -Uhum. Saímos de casa juntos e me certifiquei de não deixar a casa aberta, quando estava tudo pronto fomos até o elevador. -Vamos tomar café aonde? -Jin, gostou? Fomos a pé até a cafeteria enquanto aproveitávamos o clima meio frio que fazia. Parecia que era um clima perfeito aquele dia, estava ao lado de uma boa companhia, o frio da manhã, era tudo perfeitamente perfeito. Assim que entramos na cafeteria em que vinha todos os dias senti um alívio pelo calor levemente quente do lugar. Acompanhei Chay até uma das mesas e ao notar pela correria do mais velho na outra mesa poderia dizer que alguém havia faltado aquele dia. -Bom dia meninos, desculpa a demora. Disse Jin na nossa mesa. -Bom dia hyung. -Faltou alguém hoje? Parece apressado. -Sim, um dos meninos não puderam vim, mas eu to me virando aqui, também tenho ajuda lá dentro, a propósito por quê não trouxe meu pequeno para mim ontem? -Estava chovendo muito, passamos o dia em casa ontem. -E hoje não foi ao trabalho por? -Tiveram alguns problemas por conta da chuva, agora só segunda. -Entendi, mas então o que vão querer? -Uma torta de chocolate e um capuccino. -Ok, Chay? -Pode ser aquela torta? -O que quiser, já venho. Vi Jin sair indo até a cozinha, quando nosso café chegou comi junto com o Chay e vi que ele parecia tão satisfeito com o que havia pedido. -A propósito que torta é essa? -Como assim? -Você simplesmente disse pro Jin trazer ‘aquela torta’. -Ah é uma que o Jin faz as vezes, torta holandesa eu acho, alguma coisa assim. -Entendi, tem alguma coisa em mente para fazer hoje? -Para ser sincero não. -Então vamos andar hoje. -Humm andar? -Pare de ser preguiçoso. -Ta no sangue, espero que na próxima vida eu reencarne em uma pedra para não ter que fazer nada. Acabei rindo de seu comentário, nem eu sabia daquele lado preguiçoso dele. Assim que terminamos de comer paguei e saímos da cafeteria depois de nos despedirmos do Jin. Estávamos caminhando na praça que tinha perto de casa quando ouvi o mais novo chamar minha atenção. -Hyung, o que é aquilo? Falou olhando uma roda gigante e eu vi que era o parque que havia aberto recentemente. -Roda gigante, nunca viu? -Só de vista, mas não sabia o nome. -Nunca andou? -Como eu poderia? As vezes eu pensei em como seria divertido ir em um desses, mas não tive essa oportunidade ainda. Fiquei calado por um instante pensando, o que será que vinha na cabeça dele ao fizer aquelas coisas? -Podemos vim amanhã ou depois se quiser, você vai poder andar na roda gigante. -Vou? -Claro, o que acha? -Você é incrível. O mesmo me abraçou e saiu parecendo bem ansioso com a idéia de ir na roda gigante. Passamos em um mercado antes de irmos para casa e assim que saímos olhei para o Chay. -Ta cansado? -Um pouco. Me agachei um pouco e esperei o mesmo subir nas minhas costas. -O que ta fazendo? -Esperando você subir, vem logo. -Mas você já está carregando as sacolas. -Nem é muito, vem logo. Falei uma última vez e ele acabou subindo, como não faltava muito para chegar em casa e ainda estava bem disposto nem me importei em carregá-lo, assim que chegamos no elevador ele acabou indo só. O dia todo correu bem, acabei tirando um tempo para fazer o meu trabalho e mandar os relatórios para o meu chefe, só não esperava que fosse tomar um certo tempo meu já que assim que terminei estava começando escurecer, por isso iria dedicar meu resto de noite totalmente ao Chay. Sem tantas ideias inovadoras acabei pedindo uma pizza e refrigerante para o jantar, combinaria perfeito com um filme. Começamos a assistir alguns, nada fora do comum, acho que as coisas avançaram um pouco quando decidimos assistir um filme sobre um casal gay, e não que aquilo fosse pervertido mas acho que ficou um clima estranho quando os protagonistas acabaram começando a ir além dos beijos. Não sabia exatamente se aquele clima estranho era só comigo, ainda mais considerando que Chay estava no meio de minhas pernas então não queria que acontecesse algo bem embaraçoso, porém notei que o mais novo parecia meio agoniado e assim que olhei de relance para duas pernas entendi o motivo. Sabia muito bem que aquela poderia ser uma situação bem embaraçosa para ambos, também não era todo dia que você via seu amigo que mora com você de ‘cabana armada’ digamos assim. -Ta tudo bem Chay -T-ta sim. Falou se sentando de pernas cruzadas . Ficamos calados por um tempo naquele silêncio meio ensurdecedor, não queria ter que dizer nada para não deixá-lo com mais vergonha, mas parando para pensar acho que aquela seria uma boa oportunidade para mostrar a ele uma coisa nova, talvez uma sensação nova. Acabei subindo em cima de seu colo ficando bem em cima de sua ereção, não sabia qual seria a reação dele com o que faria a seguir, mas era aquilo, o não eu já tinha, agora era hora de correr atrás da humilhação... ou não. Rebolei levemente em cima de seu colo e julgando sua expressão e barulho que havia soltado ele tinha gostado. -Hyung, o que está fazendo? Falou me segurando pela cintura tentando se recompor. -Não precisa se segurar, se não quiser que eu faça isso basta dizer, não farei coisas que você não queira. Dei mais uma rebolada em seu m****o e mais um barulho saiu de sua boca, porém mesmo vermelho, provavelmente pela timidez, não parecia tão intimidado. -Hyung. -Eu posso te ajudar se quiser. Falei guiando minha destra até seu short, dei um selinho nele antes de fazer alguma coisa e a única coisa que ouvi me deixou um pouco mais nervoso. -Por favor. Respondeu meio baixo ainda, tratei de me ajeitar por trás dele o deixando mais confortável, desci minha destra até o short que usava e coloquei minha mão por dentro pegando em seu m****o quente. Ao julgar pelo tamanho em minha mão ele não era tão grande, mas ainda sim era incrível. -Posso? Falei me referindo a tirar seu m****o para fora, já que ajudaria na m*********o, e assim que ele me permitiu eu expus seu m****o o deixando descoberto. Não sabia qual seria a reação dele na manhã seguinte ou até mesmo em poucos instantes, mas queria que ele tivesse um bom momento. Estimulei o mesmo vendo ele se contorcer pelo prazer que minha mão o proporcionava. Bom de qualquer maneira uma ação sempre vem com uma reação certo? E uma coisa que eu sabia muito bem era que se você está no inferno, abraça o capeta. -Hyung. -Relaxa, eu vou fazer uma coisa agora que você vai gostar, se senta. O mesmo parecendo curioso fez como eu pedi e sai do sofá indo até a sua frente me ajoelhando. Puxei sua box e sorte o deixando exposto, e anotei mentalmente como eu havia gostado daquilo, Chay era simplesmente lindo e lisinho, sem muito pelo, o que ajudaria bem. Voltei a estimular o mesmo vendo sua expressão de prazer e depois de um tempo apenas ali botei sua glande em minha boca. Fiz questão de ser cuidadoso ainda mais com ele, que parecia meio nervoso ainda, mas ao julgar seus gemidos mais altos e arrastados, que me fazia ir a loucura diga assim de passagem, ele estava gostando. -Hyung, tem algo vindo. Sabia bem que ele não demoraria, por isso me arrisquei um pouco mais e coloquei seu m****o todo em minha boca, o que admiro não ter sido uma tarefa fácil, mas fiquei feliz pois estava indo bem. -Hyung hummmmm. Continuei meu trabalho e vi Chay pegar uma almofada, não demorando para um gemido alto sair de sua boca e sentir seu líquido espesso em minha boca, esse a qual era meio estranho pois era gostoso. Assim que terminei meu serviço olhei para Chay e o mesmo estava apenas com a mão na cara, sua testa meio suada e sua respiração meio descompassada, admito que uma cena até um pouco erótica ainda mais por imaginar em como queria que ele estivesse naquele momento. -Ei, tá tudo bem? Tirei a mão de seu rosto e percebi ele não querer me olhar provavelmente por medo. -P-por que fez isso? -Você não gostou. -Eu.... gostei. -Fiz isso pois achei que seria um bom momento para avançarmos a nossa relação. -Isso não é... errado? -Não, e não quero que pense que é errado, sentir prazer não é errado, errado é se fizerem isso sem seu consentimento, além disso acho que foi uma boa forma de mostrar que eu gosto de você. Vi o mesmo se levantar e abaixar a blusa que usava, que por sorte era maior nele, e ir direto para o quarto. Não sabia se tinha feito alguma merda e se poderia acabar me lascando, só esperava que minha relação com ele não mudasse para algo r**m com isso. ....
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