— Ei... você estava — em uma voz agitada, confirme minhas suspeitas, isso e a tinta sob seu peito, com uma pequena inscrição e a data, não deixe nada em dúvida. — E você — indicou até mesmo sentir insatisfeito, permitindo que os meus dentes assumissem o seu peito. — David — Reclama, cruza as pernas. Enquanto sua respiração tenta regular, uma de suas mãos se move para o meu rosto, me acaricia, convidando a ver seus dentes torturar seus lábios e desejo se instala de volta ao azul de seu olhar. No entanto, tenho que parar, preciso que o sinal esteja pronto amanhã, para o jantar de ensaio da Anais. — Eu tinha olhos castanhos — lembra e sorri, afasto do peito e forço a abandoná-la, quando ainda me sinto confortável por dentro. — Sim — Confirmo, saindo da mesa — e você branca — apostila e c

