Narrado em terceira pessoa. Regina caminhou lentamente em direcção a porta do palácio, ela estava desnorteada se perguntando o porquê de não ter sido compreensiva com seu filho, o porquê de não ter estendido sua mão no momento em que ele precisou e demonstrou ter se arrependido de tudo o quanto fez. Ao chegar diante da porta, ele tocou na maçaneta e adentrou de se seguida na casa, encostou suas costas por trás da porta e mais lágrimas começaram a cair dos seus olhos. Nesse mesmo instante Tiago descia às escadas falando ao telefone e quando viu Regina naquele estado parou imediatamente à ligação. __ Mãe você está assim por causa daquilo que eu disse? __ indagou __ Bom, eu te desculpo eu não quero que à senhora fique triste Regina nada respondeu, apenas se mantia estática sem nenhuma

