Narrado por Emir. Nada respondi, às lágrimas começaram a rolar do meu rosto instantaneamente sem o meu o domínio, o homem arrancou o jornal das minhas mãos e eu não dei importância nenhuma para aquilo, caminhei até as grades da cela e às peguei com minhas duas mãos, apertei-as tão forte como se fosse arranca-las do lugar, e naquele momento gritei tão forte ao ponto de ecoar por todos os cantos daquele presidio. __ Agora mais do que nunca eu preciso sair daqui Eu estava com raiva de mim mesmo por não ter como fazer mudar aquele cenário que estava a minha vida como à do César também. Algumas horas passaram e já passava do meio dia, eu estava no pátio do présidio tomando banho de sol como todos os outros reclusos, alguns jogavam futebol outros praticavam box, outros carregavam pesos,

