Sem rumo era como eu estava, eu ja tinha feito tudo o que era possível e impossível, mas nada foi o suficiente pra encontrar o meu filho. Luana: Alice o que tá acontecendo? - Perguntou preocupada assim que me viu descendo o morro. Feiticeira: O meu filho Luana, levaram o Theo. - Falei em tom de desespero e ela ficou paralisada. Luana: Como assim? Isso é quase impossível. Feiticeira: É impossível uma pessoa esquecer do que eu sou capaz de fazer quando encontrar. - Falei com ódio e ela assentiu sem saber o que dizer. Natan: Precisamos ir na boca tentar achar informações, nem que eu vire essas favelas do Rio de Janeiro de cima a baixo eu vou achar o meu filho. - Falou firme e me deu um beijo na testa saindo. Eu não tinha condições de ir pra lugar nenhum… Entrei pra casa junto com a Lua

