Capítulo 9

3374 Palavras
O terno azul claro cobria todo o corpo de Harry. A gente estava na grande festa de Margot e Niall, a decoração estava linda, Zayn parecia um príncipe. Ele estava muito feliz, tinha passado o dia anterior brincando com Harry, e dormido ao lado do pai. Mas, Harry também tinha me beijado ontem, e um beijo muito gostoso por assim dizer. A festa estava cheia, Margot era só sorrisos e Niall estava muito feliz. Eu já tinha tomado algumas doses de vinho, whisky e vodca. Talvez eu estivesse começando a ficar bêbado. A comida era maravilhosa, eu já tinha comido tanto que me surpreendi de ainda estar com fome. Zayn estava correndo pelo salão com algumas crianças, e Harry mantinha seus olhos atentos ao filho. Senti uma mão encostar na minha cintura de forma delicada, olhei para o dono da mesma e me deparei com Niall. — Me concede essa dança? — o patriarca Laurent falou. — Claro! — Me desencostei dá pilastra que estava e deixei minha taça de espumante em uma mesa qualquer. A música estava se iniciando e logo a mão de Niall estava na minha cintura, e a outra tomava minha mão. — Como vocês estão? — Ele perguntou em meio a dança. — Vocês? — Questionei. — Você e meu filho. Como estão? — Como sempre estivemos, senhor... — Niall deixou uma risada irônica sair dos seus lábios. — Harry sempre se sentiu atraído por você... — O olhei como quem não entendeu. — Eu não sei como estão, mas qualquer um consegue ver, que se gostam e que vivem praticamente uma vida de casados... — Entendo que nosso relacionamento é um pouco além, do profissional..., mas não temos nada... não temos nada... — Concreto! — Niall completou. — Mas, eu peço que continue cuidando dele. Harry tem esperança ainda, e eu acho que ela se resume a você e a Zayn! A música finalizou, e como um verdadeiro lorde deixou um beijo no dorso da minha mão e sorriu. — Obrigado pela dança! — Ele se virou, e logo o vi pegar Ohana no colo e Zayn vir correndo na minha direção. — Tio, tio... — Ele chegou até mim e colocou suas mãozinhas nos joelhos, e assim parecia puxar o ar. — Eu ganhei uma coisa! — Ele disse finalmente se levantando e me encarando. — Aí, eu também peguei uma pra você! — E o que é? — Me ajoelhei para ficar do seu tamanho, de dentro do seu blazer infantil, ele tira duas flores. — Essa aqui — Ele diz mostrando uma azul de papel. — foi o Matt que me deu, e essa... — mostra uma de plástico. — É sua! Peguei a rosa e sorri para o pequeno. — Meu pai Kenji disse, que sempre que eu gostar de alguém, é pra eu dar uma flor! E quando eu ganhasse uma, era porque quem me deu, também gosta de mim! — Seus olhinhos brilhavam. — Seu pai está certo, não existe nada mais bonito do que dar uma flor, para quem você gosta... — beijei a testa do menino e logo depois a flor. — Então, muito obrigado! Sorriu orgulhoso e se virou para correr até a prima. Me levantei e fiquei olhando aquela flor simples que Zayn me deu, antes de sair dali senti um aperto na minha cintura e nem precisei me virar para saber que era Harry. — Tenho um concorrente? — Harry perguntou olhando a rosa. — Ah sim! Ele é um alfa muito charmoso, e um verdadeiro lorde. — Brinquei colocando a flor no meu bolso exterior do blazer, deixando assim a flor exposta e como se fosse parte do terno. — Então tenho que me esforçar ainda mais... — Harry falou parando a minha frente e rodeando a minha cintura e me puxando ainda mais para seu corpo. — Deveria mandar encher seu apartamento com flores? Ri da sua fala acompanhando seus movimentos de dança. — Seria interessante..., Mas Kurama iria comer metade das flores! — Ele sorriu de um jeito diferente para mim. — Está cheiroso... — Ele disse passando o nariz no meu pescoço. — Está lindo! Harry sorriu para mim, e eu olhei em seus olhos e ali me apaixonei pelo brilho em seus olhos. Um brilho doce e puro, algo que não se vê sempre em seu olhar. — Você também Harry... está bonito... muito bonito! — Disse me perdendo em seu olhar n***o e doce. — Kenji ligou... — Ele disse suspirando. — Ele está bem, perguntou por Zayn e me passou mais uma lista de como cuidar dele. Ri da sua fala, e assim nós rodamos no ritmo da música, não importava quem estava ali, ou se éramos patrão e funcionário. Éramos apenas Levi e Harry! (...) Eu precisava sair dali! Harry estava me cercando com seus carinhos e gracejos, e isso me afetava tanto que minha mente se embriagava em sua voz e seus toques. Fui caminhando até um dos vários banheiros dali, e quando entrei no mais afastado apenas para ficar longe daquela atmosfera, que tanto me puxava ainda mais para dentro dela. Tirei meu blazer e deixei ele em um ganchinho na parede, dobrei a manga da blusa e lavei meu rosto. Eu precisava pensar. Mas ouvi o barulho da porta ser aberta, fechada e logo depois trancada. Nem precisava olhar, para saber quem era. Olhei para Harry, que tinha uma feição serena e parecia estar prestes a fazer alguma coisa. Ele se aproximou de mim, sem dizer uma só palavra ele me puxou pela cintura, deixando nossos corpos colados e nossas respirações misturadas naquele emaranhado de emoções e sensações. O beijo se iniciou com calma, mas a urgência e a bebida faziam efeito em nós dois, nossas línguas travavam uma batalha incessante e molhada, suas mãos percorriam por todo o meu corpo, seus fios negros presos entre meus dedos, minha mão percorrendo seu peito e abdômen. O banheiro estava quente, tudo a nossa volta parecia estar em alta temperatura, quando o ar nos faltou Harry desceu seus beijos por todo o meu pescoço, mordendo, lambendo e chupando minha pele e me causando tantos arrepios. — Hen-Harry... — Gemi quando senti sua mão, apertar com força a minha b***a. — Eu estou louco, por você... — Ele disse mordendo o lóbulo da minha orelha, enquanto apertava ainda mais minha b***a. — E-eu também... a-ah c*****o! — Harry pressionava meu corpo entre ele e a pia de granito. Eu sentia sua ereção encostar na minha, e sentia um calor absurdo subir por todo o meu corpo, é me fazer gemer mais alto quando ele me colocou em cima da pia, e voltou a me beijar de forma voraz. Mas o ar parecia meu inimigo, e logo ele nos faltou, e assim Harry se afastou um pouco e repousou sua cabeça em meu ombro, na tentativa de normalizar sua respiração. — É melhor, a gente sair daqui... — Ele fala sem me olhar. — Ou a gente vai t*****r aqui mesmo! Apenas concordei, por saber que era completamente verdade, se não saíssemos iríamos acabar fudendo dentro daquele banheiro, com nossos ternos caros e maravilhosos. Harry me ajudou a descer e deixou um selinho em meus lábios inchados. Saiu do banheiro como se tivesse fugindo da polícia. Tentei ficar normal, e assim que cheguei bem perto disso, resolvi sair dali. Mas acabei dando de cara com Dean, que tinha um sorriso muito malicioso em seus lábios. — É melhor esconder essa marca! — apontou para o meu pescoço, e nem precisei olhar para saber que Harry tinha me marcado. — Tem só uma? — Perguntei já voltando para o banheiro junto ao loiro, que tinha uma bolsinha nas mãos. — Não! — Ele riu, tirando de lá, base, corretivo e pincel. — Harry esqueceu de onde estavam? — Tipo isso... — Falei rindo. Não tinha o pra que negar, já que todo mundo sabia bem quem teria feito aquilo em mim. — Vai ter que tirar a blusa! — Disse rindo, fiz o que ele mandou, me sentei na pia e o vi se encaixar no meio delas. — Você é gostoso! Bem gostosinho... — Que ninguém entre nesse banheiro! — rimos da minha fala, e ele fez a maquiagem por cima das marcas. O problema foi que a vida não gosta de mim. Dean foi virar e acabou de alguma forma, escorregando e eu o puxei pela cintura para não cair, colando assim nossos corpos ao mesmo tempo que Pietro abria a porta a procura do marido. — Que p***a é essa? — Disse já irritado. E advinha o que a gente fez? Explicar? Não dizer nada comprometedor? Claro que não! — Não é o que você, está pensando! — Falamos juntos e logo soltei Dean. — Me explica essa m***a, Dean! — Ele falou mais alto e sendo assim logo Archie, Chris e Harry estavam ali, e de primeira olharam para mim e Dean— que ainda estava no meio das minhas pernas— e Harry pareceu procurar uma explicação. — Eu juro, que não é nada do que parece! — O loiro disse se afastando. — Eu só estava fazendo uma maquiagem no pescoço do Levi. — Por que? — Pietro perguntou — Porque ele estava com um tanto, de chupão! — Dean falou e Pietro logo olhou para Harry, que apenas confirmou com a cabeça. Graças a Deus! — Eu já terminei! — Dean falou juntando suas coisas. — Tchau para você, Lou... Agradeci e vi o loiro se afastar, Archie e Chris tentavam a todo custo não rir da situação, e eu pedia a Deus que me puxasse nesse momento e nunca mais me devolvesse a terra. — Você é bem, gostosinho loirinho...— Archie falou, recebendo um beliscão de Chris. — Obrigado, Archie! — Disse colocando minha camisa novamente. Logo todos nós voltamos para a festa, e nunca dancei com tanta gente diferente. (...) Já era de madrugada, quando estávamos voltando para casa de Harry. Zayn já estava apagado na cadeirinha, e quando chegamos Harry o tirou com cuidado, deixou o pequeno em seu quarto e deixou a flor de papel na mesinha de cabeceira. Eu fui direto para o quarto, deixei a flor que Zayn me deu ao lado da cama e sorri ao lembrar do pequeno gesto. Quando tomei banho, foi um longo e demorado banho na água quente e tão convidativa. Deixei a água levar cada dúvida que percorria meu corpo. Eu não deveria fazer isso com Harry. Mas, decidi deixar dar o que tiver que dar! Levi saiu do banheiro, apenas de toalha, quando chegou em seu quarto Harry estava lá. — O que faz aqui? — Levi perguntou, ao ver o homem sentado na cama, apenas com um short de dormir. — Preciso falar com você... — Ele falou mais baixo. Me sentei ao seu lado e por um momento eu vi que ele parecia perdido. — Promete me ouvir, e não julgar? — Claro! — disse sem ao menos pensar. Ele respirou fundo, e me encarou. Vesti uma calça de moletom e me sentei ao seu lado, ele olhou diretamente em meus olhos e parecia procurar palavras para falar comigo. — Quando você entrou na empresa, eu já não tinha mais tantos sentimentos por Kenji, mas ainda assim eu estava feliz ao lado dele. Então você foi ganhando espaço e confiança dentro da empresa, logo seu salário começou a subir e isso para mim não importava muito. Quando tivemos Zayn, me lembro que você foi um dos primeiros a me dar os parabéns e aquilo para mim ficou guardado. — Ele respirou fundo e abaixou o olhar. — Mas então, eu comecei a reparar de mais... reparava em seus vícios, e depois reparei em você! — Franzi o cenho, tentando entender bem o que ele disse. — Você sempre ia com roupas adequadas para a empresa, mas nem você ou eu tinha culpa-se aquelas roupas, lhe caiam tão bem! — Como assim? — Você sempre foi lindo! E eu sempre reparei nisso. No começo era apenas em seu corpo, mas depois passou a ser em você por completo, em seu jeito e em tudo que você fazia... por vezes eu ficava ansioso para chegar na empresa e te ver lá, isso me acalmava. Ele está se declarando? Por que se for... p**a declaração! — Meu casamento com Kenji já tinha acabado, e a traição só pôs um ponto final, mas eu já esperava... lógico que não imaginei que seria com meu melhor amigo de infância... Aquela noite eu não fui para um bar, para a casa dos meus pais ou qualquer Laurent! Eu fui para a sua casa! Eu precisava ver você, e sabia que só você seria capaz de me acalmar e assim você fez... Me acalmou e me aconselhou a assinar os papéis já que não tinha, o que fazer com o casamento. Apenas concordei. — O que eu quero dizer, é que... Quando eu te beijei, foi diferente... para mim aquilo pareceu certo e eu quis tanto, mas tanto... que chegava a doer. Eu não estou te pedindo em namoro, mas... quero saber se vamos continuar com isso. Ele finalmente me olhou, e seus olhos transmitiam esperança e confusão. Levei minha mão até seu rosto e fiz um leve carinho em sua bochecha direita, ele pareceu gostar do ato já que fechou os olhos e sorriu pequeno. — Tem certeza? Quer entrar nisso, sentindo tudo isso? — Perguntei vendo seus olhos abrir lentamente. — Tenho sim, Levi... Eu confio que por mais que a gente não fique junto, você não vai me machucar. — Disse e sorri. Era verdade, eu jamais machucaria Harry Laurent. — Vamos continuar com isso... seja lá o que for... — Disse sorrindo para ele. — Dorme comigo? — Pediu sem malícia. — Claro! — Nos levantamos e fomos para seu quarto, a grande cama coberta por lençóis escuros, em frente a lareira e a televisão, três portas que davam para o banheiro, uma para o closet, e outra para a varanda que tinha ali. Ele ajeitou a cama, e logo nos deitamos, um de frente para o outro e sorrindo bobo. O beijo que dei em Harry foi calmo, parecia ser diferente e até mais emotivo. Mas o beijo tinha desejo, e quanto desejo! O desejo que foi subindo cada vez mais por nossos corpos colados, e parecendo explodir em nossas bocas coladas e que dançavam mais bela música. Nossas mãos percorriam o corpo do outro, explorando, sentindo e conhecendo um ao outro. Tanto eu quanto Harry sabíamos o que queríamos e que o momento seria agora. Os lábios carnudos e macios de Harry desceram por todo meu pescoço, me arrepiando a cada toque molhado que eu sentia, sua mão apertou minha cintura e foi colocando seu corpo por cima do meu. Nossas pernas entrelaçadas nossos corpos se esfregando e a excitação subindo cada vez mais. Ele foi descendo seus beijos por todo meu tórax, prendendo meu mamilo direito na sua boca e brincando com a língua ali, quando fez o mesmo com o esquerdo um gemido mais alto saiu dos meus lábios. — Tão lindo... — Ele murmurou tecendo beijos por toda a minha pele, que parecia em combustão. — Eu ainda quero sentir, seu gosto... — Ele mordeu minha barriga, e isso me fez gemer ainda mais. Ele puxou minha calça e mesmo que o clima estivesse mais frio, dentro daquele quarto era tão quente que o ar frio bateu contra minha pele, me causando mais arrepios. Ele desceu a boca até meu p*u, e respirou em cima da minha glande me fazendo tampar a boca, para não gritar. Eu estava a muito tempo sem uma boa transa, e aquilo com certeza seria a realização do meu maior fetiche. Minha lubrificação já estava praticamente escorrendo e eu já deixava meus feromônios se misturarem com os de Harry, aquele quarto estava com uma atmosfera, tão s****l que isso nos excitava ainda mais. — Harry! — Pedi necessitado. — Amo você gemendo meu nome... — Com seus olhos cravados nos meus, ele colocou metade do meu m****o na sua boca quente e molhada. Aquilo me fez gemer alto. Porra! Aquilo era muito bom, ele abriu ainda mais minhas pernas e apertou minhas coxas, me levou até o final de sua boca e me fez revirar os olhos. Ele massageou minhas bolas e aquilo me fazia delirar, ele tirou a boca do meu p*u e desceu para os meus testículos, me chupando com vontade enquanto me masturbava com força, ele também lambeu minha entrada, lambendo e a encharcando ainda mais. — Harry... eu vou... eu vou g—gozar, a-ah c****e! — Praticamente gritei quando fui engolido novamente por sua boca quente, ele me levava até o final e me encarava com atenção as minhas reações. O calor tão conhecido por mim, se espalhou por todo o meu corpo, mas explodiu em meu m****o dentro daquela cavidade molhada, meus olhos se fecharam com força, e pressionei minha cabeça nos travesseiros e deixei meu prazer descer pela garganta do meu chefe. — Você é delicioso. — Ouvi ele dizer enquanto se ajoelhava no meio das minhas pernas. — M-me deixa... te fazer gozar... — Pedi embriagado pelo prazer. — Não hoje, bebê... vou gozar dentro de você! — Harry se esticou até a mesinha de cabeceira, e da primeira gaveta tirou a c*******a me olhou. — Sem... — disse o olhando. — Eu estou limpo e sei que você também está! Harry apenas a deixou na gaveta novamente, e voltou a me beijar com vontade. Nossos lábios se chocavam e se moviam de forma intensa, ele me beijava com força, e acabava soltando rosnados durante o beijo. Foi a primeira vez, que gostei dos seus rosnados. Senti ele rodear minha entrada, e aquilo mandava vibrações por todo o meu corpo, sem aviso prévio ele penetrou seu dedo me fazendo soltar seu lábio inferior e gemer em seu ouvido. Eu o sentia ir e vir com seu dígito e isso me fazia arranhar suas costas e gemer seu nome. Quando ele colocou o segundo, iniciou seus movimentos de tesoura, me preparando e me dando uma prévia de como seria ter ele dentro de mim. — Hen-Harry, já está bom... Eu quero você... — Pedi sôfrego e necessitado. — p***a! — foi a única coisa que ele falou, tirando seu short, e logo me mostrando todo o seu comprimento que não era, nada pequeno. Ele se masturbou um pouco e eu vi a gota de pré g**o sair de sua f***a, e acabar descendo por quase toda a sua extensão. Me olhou como se pedisse autorização e eu apenas concordei, ele colocou apenas a glande na minha entrada, e ali eu já gemi. Quando ele me penetrou por completo deixei uma das minhas mãos agarrar o lençol. Ele ficou um tempo parado, mas logo rebolei em seu m****o e ele iniciou seus movimentos curtos e vagarosos. Mas, à medida que meus gemidos foram aumentando, seus movimentos também. Ele começou a meter mais rápido e com mais força. Quando minha próstata foi atingida violentamente, eu puxei seu corpo para mais perto e arranhei por completo suas costas e beijei sua boca, soltando gemidos em meio ao beijo. — E-eu vou g-gozar! — Ele gemeu, apoiando a mão na cabeceira como se fosse para procurar apoio, meteu mais rápido e mais forte, marcando minha pele com seus dedos por causa dos apertos. Com um rosnado e um gemido mais alto, ele gozou dentro de mim, me fazendo atingir meu o*****o em meio aos nossos abdomens. (...) — Isso foi incrível! — Harry falou, após o banho que nós dois tomamos, estávamos novamente deitados e agora eu estava deitado em seu peito, recebendo carinho em meu cabelo. — Foi mesmo... — Disse já deixando o sono tomar conta de mim. — E amanhã? Como vai ser? — Deixa amanhã, para depois! E assim eu adormeci, nos braços do meu chefe, que deveria ser proibido para mim, deveria ser alguém inalcançável, mas que estava ali! Me fazendo carinho e me fazendo adormecer aos poucos, depois de uma transa maravilhosa!
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