capítulo 14

870 Palavras
os relâmpagos rasgavam as nuvens de forma moderada, anunciavam a chegada de uma possível tempestade naquela noite. Lila olhou para o relógio faltavam alguns minutos para fechar a lanchonete havia ali um grupo de atletas terminando o seu lanche, por acaso os bem conhecia era a super elite da escola. entranto decidiu recolher a loiça de algumas mesas que estavam a ser abandonadas por clientes que já tiveram se satisfeito com os serviços. A figura mascula esportiva de Otávio, com os cabelos castanhos bagunçados foram suficientes para a tira-la da órbita. Ele tinha um feito muito potente nela, e era isso que a irritava por ser tão evidente que a colocava sempre em situação constragedora. " Poderia se faz favor sair da minha frente, Garota!?" Indagou com um desdenho no ar, num tom audível, seus colegas começaram a uivar e aplaudir feito loucos, pois se divertiam vendo os dois aos tapas. Lila olhou para baixo, fingiu que nada tivera acontecido carregou consigo a loiça, seu rosto sardento queimava de vergonha. " Otávio, dá uma chance para a sardenta". comentou e todos começaram a rir. "Não tem graça nenhuma." Disse Otavio e fechou a cara. Lila colocou os pratos na banca e foi esconder se no fundo na cozinha para evitar ter que ser ela a atender Otávio. Sra Cló a viu e a olhou de torto. "Então saia já dai menina, tem muito trabalho lá fora, e tem ameaça de mau tempo, vai lá tirar a loiça". Berrou a mulher de nariz de batata. Lila saiu do esconderijo e para a sua surpresa o grupo já tivera saído, deu graças á Deus, olhou para o céu atraves das freitas a temperatura estava ameaçadora, trovejava e relampejava de um jeito assustador. A estação de bus era um pouco distante, e quase nenhum dos seus colegas de trabalho passava daquele lado. porém focou- se em terminar o seu trabalho, que naquele momento era prioritário. Contudo, terminou o expediente, Lila, esperou no atrio da lanchonete com a expectativa de que possivelmente a chuva pudesse passar. Então já estava tarde demais, e aquilo não era nada comparado com as coisas que já tivera passado na vida, era bolsista, vem duma família rigida com princípios patriarcais, não fora facil convecer ao seu pai que não casaria com o fazendeiro prospero do sr. Joaquim para engressar na escola técnica de engenharia. por detrás do rosto sardento e timidez havia ali uma guereira disposta a desafiar o mundo. por isso mesmo Lila decidiu andar sobre a chuva, seus óculos de vista molharam então decidiu tirar e arruamar na pasta que por fora estava completamente encharcada. Uma luz muito forte que insistia em cadear os seus olhos e a rua, provinham de um carro que não fazia ideia de quem era, parou a sua frente no momento em que pretendia atravessar para o outro lado. "Lila, entre antes que eu mude de ideia" escutou a voz masculina que por acaso lhe era familiar, mas naquele momento não conseguia decifrar era como se agua tivesse penetrado no seu cérebro literalmente, e os olhos estavam embaciados não deu para reconhecer o rosto que espreitava a janela do lado do passageiro de trás. Lila abriu a porta do carro, se acomodou no carro, que lhe oferecia conforto, agora conseguia ver com nitidez o rosto angelical e com as perfeitas linhas de Otávio. Seu rosto ficara rubento. "Obrigada " Sussurou com tom baixo. " Para aonde você vai?" Perguntou ignorando o que ela dissera anteriormente. "Para a proxima estação de bus que fica na próxima rua". Respondeu com a voz trémula, gemia de frio suas roupas estavam encharcadas, Otávio a analizou minuciosamente, os m*****s bicutos estavam firmes como se estivessem lhe convidando para ceiar. "Você vive na estação?" Indagou sem tirar os olhos dos m*****s dela. Lila fira ainda mais constrangida, e não podia fazer nada suas roupas colavam seu corpo afinal estava encharcada. " ooh não, vivo na vila de Sintra". Disse ela toda atrapalhada. Otávio ficou paraplexo com a resposta. " Sério? você faz essa viagem todos os dias? Não tens parentes aqui na cidade?" Questionou todo incomodado, era um percurso e tanto, e ela ainda se dava ao luxo de trabalhar altas horas, como ela conseguia gerir distância, trabalhar altas horas e ainda ter boas notas na escola?? se questionou interiormente. "Não tenho parentes cá, num futuro em breve me mudarei para cá é para isso que trabalho e estudo.".Respondeu Lila, confortável, não tinha vergonha de quem era, até porque não fazia nada fora da lei. Otávio instruiu ao seu motorista para irem até a vila. Lila ficou sem jeito não sabia se agradecia naquele momento ou quando chegasse ao destino. E o silêncio tomou a viagem, ambos estavam pensativos. Otávio não conseguia se imaginar a ter uma rotina como a dela, afinal nunca soube o que é trabalhar para pagar as contas. quando o carro se aproxima da cancela para sair da cidade, notaram que a cancela estava fechada por causa das tempestadades pois podia ser perigosa a travessia, os ventos eram fortes capazes de derrubar árvores do outro lado. "Não temos como fazer a atravesia o que fazemos?"Perguntou o motorista ao Otávio olhando lhe apartir do retrovisor.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR