Cap 10
Blake
Já é tarde quando entro em casa após deixar Analu com as crianças após o almoço me dediquei nas plantações e planejando de entrega e verificar se ha algum sinal de Anthony que simplesmente sumiu não levou nada que está na casa que ocupava aqui então não tenho a mínima ideia da onde aquele filho da p**a está escondido.
Assim que entro sinto cheiro de queimado e vou logo pra cozinha aonde encontro Analu com a b***a pra cima tirando uma forma do forno
__mais que inferno- ouço ela resmungar
__está tentando colocar fogo na minha casa- pergunto e ela se vira assustada- o que está fazendo?- pergunto mas não estou bravo somente normal o que é estranho pous odeio desperdício de alimentos
__tentando fazer algo decente pro Ben levar pra escola amanhã- ela responde olhando seja lá o que for queimado- eu sou uma negação na cozinha e minha avó não está bem pra conseguir cozinhar- ela diz de uma vez- uma das poucas coisas que conseguo fazer sem queimar é miojo - fala e parece que está quase chorando- porque eu sou r**m em tudo?- pergunta mas acho que é mais para si do que para mim
__ei calma - digo me aproximando devagar- deixa eu só tomar um banho e venho fazer algo pra ele levar- digo atrás dela e nossa diferença de tamanho é grande ela não deve ter mais que um e sessenta enquanto eu tenho um e noventa e oito
__ não precisa eu vou tentar novamente e se não conseguir amanhã eu compro algo em uma padaria melhor do que ele não levar nada
__eu venho te ajudar com algo - digo mais firme
__ta bom - ela diz baixo- vou arrumar essa bagunça então-ela termina
__certo- digo mais não consigo me mexer para sair de trás dela
__bom para ir tomar banho é preciso subir- ela fala ao se virar e me ver ali - a menos que vá tomar banho na pia da cozinha- diz agora sem ar de choro
__posso querer fazer outra coisa aqui - digo rouco - mas vou subir no máximo dez minutos eu desço para fazermos algo digo e me viro subindo para meu quarto, eu vou acabar esfolando meu p*u de tanta punheta que estou batendo ultimamente e é com isso na cabeça que decido que hoje não vou fazer nada, entro no chuveiro no frio mesmo e me lavo rapidinho, coloco apenas uma calça de moletom e desço a encontrando olhando para fora como se o pensamento fosse mais forte do que ela gostaria
__ então vamos lá- digo atraindo sua atenção para mim e ela encara meu peito sem o menor pudor e sinto meu p*u querendo ganhar vida
__ o que vamos fazer?- -pergunta após me secar descaradamente
__torta de cereja- digo após alguns minutos e ela arregala os olhos
__ você sabe?- pergunta incrédula
__sei e vou te ensinar- digo - primeira parte- digo e vou falando o passo a passo e pego tudo que vamos precisar
1. Ingredientes
Para a Massa (Pâte Brisée):
375g de farinha de trigo
225g de manteiga gelada em cubos
1 colher de chá de sal
1 colher de sopa de açúcar
6 a 8 colheres de sopa de água gelada
Para o Recheio:
800g de cerejas frescas (sem caroço) ou congeladas
150g de açúcar
30g de amido de milho (maizena)
1 colher de sopa de suco de limão
1 colher de chá de extrato de baunilha
1 pitada de sal
1 colher de sopa de manteiga (para finalizar o recheio)
__meu deus quanta coisa pra uma coisa tão pequena-ela começa- pequena mas tão gostosa
__agora vem o preparo - digo- primeiro
Preparando a Massa
Misture a farinha, o sal e o açúcar. Adicione a manteiga gelada.
Trabalhe a massa com a ponta dos dedos (ou processador) até formar uma farofa grossa.
Adicione a água gelada aos poucos, apenas até a massa dar liga. Não sove excessivamente.- digo enquanto ela faz-
Divida em duas partes, embrulhe em filme plástico e leve à geladeira por pelo menos 1 hora.
__essa parte acabou agora vamos pro recheio- digo e a olho enquanto ela finaliza e coloca na geladeira-Em uma tigela, misture as cerejas, o açúcar, o amido de milho, o limão, a baunilha e o sal.
Deixe descansar por 15 minutos para as cerejas soltarem um pouco de suco e o amido se dissolver.- digo e apos ela roubar uma cereja e soltar um leve gemido meu p*u reage- hora da Montagem Abra metade da massa e forre o fundo de uma forma de torta
Coloque o recheio de cerejas por cima. Distribua pequenos pedaços da colher de manteiga sobre as frutas.
Abra a outra metade da massa. Você pode cobrir inteira fazendo furos para o vapor sair ou cortar tiras para fazer um trançado.
Pincele a tampa com um ovo batido e polvilhe um pouco de açúcar.
Agora vem o final o cozimento
Preaqueça o forno a 200°C.
Asse por 15 minutos a 200°C, depois abaixe para 180°C e asse por mais 35 a 45 minutos.
Dica de ouro: A torta está pronta quando a crosta estiver dourada e o recheio de fruta estiver borbulhando (isso indica que o amido cozinhou e vai engrossar o caldo).
Importante: Deixe a torta esfriar por pelo menos 3 horas antes de cortar. Se cortada quente, o recheio estará muito líquido; ao esfriar, ele ganha a consistência perfeita de geleia.
__só isso?- ela pergunta achando graça por ter feito grande parte sozinha porque só interferi em um ou outro momento
__sim agora limpamos essa bagunça- digo
__você limpa- ela fala- eu ja limpei uma vez - ela continua e eu rio
__sou seu chefe- digo ainda rindo
__ um chefe bonito e gostoso mas que vai limpar a cozinha- ela fala e acho que nem se deu conta do que acabou de falar
__gostoso é- falo A iluminação mudou drasticamente. Agora, a única claridade vinha da luz embutida sob os armários superiores, projetando um brilho âmbar suave e focado sobre a bancada, deixando o resto da cozinha mergulhado em uma penumbra densa. Lá fora, o silêncio da noite era absoluto, interrompido apenas pelo estalo ocasional da geladeira ou pelo vento batendo de leve no vidro da janela.
__o que ?- pergunta levemente confusa e vejo sua respiração mudar
__você falou que eu sou bonito e gostoso- repito suas palavras e ela se vira para a pia o granito, antes apenas frio, agora parecia gélido sob as mãos dela, contrastando violentamente com o calor da minha respiração em seu pescoço, sim eu praticamente corri e parei atrás dela deixando-a sentir minha presença
__isso vai acabar dando merda- ela sussurra mas eu escuto e em parte concordo com ela
__vai sim- praticamente rosno em seu ouvido- porém sabemos que essa atração não vai acabar ou simplesmente sumir se não fizermos nada-digo e beijo seu pescoço e escuto seu suspiro quero fodê-la com força mas também quero apenas aproveitar a noite com calma a viro para mim e beijo começou lento, quase exploratório, mas rapidamente ganhou urgência. Havia um sabor de cereja e desejo compartilhado. Ela entrelaçou os dedos nos meus cabelos , puxando-me para si, enquanto eu a erguia com facilidade, sentando-a sobre o balcão. O impacto leve fez com que algumas colheres de metal tilintassem dentro de um pote próximo, um som metálico que pareceu pontuar a tensão no ar.
As minhas mãos percorriam suas coxas, subindo com uma pressão que a fazia arfar contra a minha boca .
O cheiro da torta misturava-se ao perfume cítrico do sabão de mãos e ao aroma natural da pele dela algo como se fosse único dela. A urgência era diferente, mais silenciosa e profunda. No escuro, os outros sentidos assumiram o controle. O som das calças sendo abaixados pareceu ecoar nas paredes de azulejo, e o roçar das roupas tinha um peso novo. Eu a pressiono contra o balcão, e ela sentiu a textura do metal dos puxadores das gavetas nas costas, um detalhe físico que a ancorava no momento enquanto ele a explorava.
__ se me falar para parar eu paro- digo após soltar sua boca- faz tempo que não transo com alguém então não serei cuidadoso
_não para- ela sussurra-eu quero
me posiciono entre suas as pernas , as mãos agora espalmadas no balcão, sustentando o próprio peso enquanto a devorava com o olhar. A respiração de ambos estava pesada, sincronizada. Ela inclinou a cabeça para trás, expondo a linha do pescoço, e não perdi tempo em traçar o caminho com lábios e dentes, deixando um rastro de arrepios por onde passava.
A cozinha, um lugar de rotina e tarefas domésticas, havia se transformado. Não havia mais pratos para lavar ou planos para o dia; existia apenas o atrito do tecido contra a pele, o som das respirações curtas e a eletricidade que corria entre eles, tão real quanto a luz da lua la fora que agora iluminava plenamente o ambiente. Cada movimento era carregado de uma necessidade contida, explodindo naquele espaço funcional com uma intensidade que o tornava irreconhecível.
Assim que acabamos nossa pequena aventura a ajudo se estabilizar pois sei que não fui delicado
__ suba e vá descansar eu termino aqui- falo após minha respiração se acalmar
__tem certeza?- ela fala baixo como se alguém pudesse escutar
__tenho vá descansar logo a torta ficará pronta e amanhã você embrulha para o Ben levar - digo e ela assente e logo sobe eu falei que ia dar merdaporque sei como sua b****a é apertada e sei que não vou querer só uma vez.