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1865 Palavras

Igor Chamei seu nome e ela despertou, os olhos ainda vermelhos de choro e cansaço. Nesse momento, um grito estridente rasgou o corredor do hospital, fazendo-me enrijecer: - Cadê a minha bebê?! "Então é esse o ordinário que a abandonou? Só aparece agora, depois de tudo o que ela passou sozinha?", pensei, a raiva me consumindo. Virei-me bruscamente na direção da voz, e vi um homem caminhando apressado pelo corredor. Ele não parecia nem um pouco com o pai de Luísa na minha imaginação. - Como você tem coragem de aparecer depois de tudo?! - Perguntei, minha voz carregada de fúria, empurrando o homem pelo peito. A audácia dele me chocou. - Quem é você? E do que você está falando? - Ele respondeu, com uma confusão genuína estampada no rosto. Seus olhos castanhos, iguais aos de Linda, me enca

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