Vou até Hugo, que não se aproxima, fica parado apenas me encarando. — Oi — Digo assim que me aproximo. — Vamos para casa — Me ignora e eu saio andando atrás dele. — Hugo espera — Peço quando chegamos no quintal. — Vamos conversar em casa Antonella, em casa. — Tudo bem, mas você pode pelo menos me esperar? Ando com dificuldades por causa dos saltos nessa grama. — Estou com raiva e agora não é um bom momento — Responde e para de andar. — Estar com raiva sem motivos, poderia pelo menos me ouvir? — Diga. — Por que está com raiva mesmo? — Você estava conversando com aquele cara que jantou no restaurante quando viajamos e ele estava segurando o seu braço, parecia bem íntimo, você não acha? — Não, eu não acho! — Eu vi Antonella. — O que você viu não condiz com o que aconteceu. —

