Depois da reunião passada, parte da minha família finalmente decidiu concordar com meu plano envolvendo Jordan. Isso não veio sem resistência, mas aqueles que compreenderam minha estratégia uniram-se a mim, ajudando a elaborar uma armadilha cuidadosamente planejada para neutralizar os homens do grupo rival. Enquanto discutíamos cada detalhe, eu não podia deixar de sentir a ironia amarga da situação: confiar no traidor para destruir nossos inimigos era, ao mesmo tempo, uma prova de sagacidade e um lembrete constante do abismo de desconfiança que nos cercava. Eu observava Jordan sentado na ponta da mesa, um lugar que ele jamais imaginou ocupar. Seus olhos evitavam os meus, mas o nervosismo em seu rosto dizia tudo. O silêncio na sala era quase tão pesado quanto o uísque no meu copo. — Escut

