Ecos do passado

1391 Palavras

Naquela manhã, não tive muito tempo para processar tudo o que estava sentindo. Eu tinha uma tarefa a cumprir. Havia um prisioneiro esperando por mim. Respirei fundo e me preparei para encará-lo. Coloquei a arma no coldre e saí de casa, o ar frio da manhã me despertando um pouco. Quando cheguei ao local onde o mantínhamos preso, uma mistura de raiva e determinação tomou conta de mim. Precisava de respostas. O prisioneiro estava sentado em uma cadeira, amarrado e com um olhar que oscilava entre desafio e medo. Ele era jovem, não muito mais velho do que eu, mas já marcado pela vida dura que parecia ter levado. Seus olhos se fixaram em mim quando entrei, mas ele não disse nada. O ambiente estava pesado, o silêncio quase palpável. — Você sabe por que está aqui — comecei, minha voz firme, mas

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