Rubinho não apareceu pela noite. Passei a noite praticamente em claro, esperando por algo que nem eu mesma sabia, criando todo o tipo de teoria. Ele poderia muito bem ter fugido, se aliado com Gael ou simplesmente sumido do mapa. Não seria a filha, que o faria ficar, muito menos eu. Dessa forma, comecei a pensar negativo e a pensar principalmente no meu plano C, que aconteceria a qualquer momento. De qualquer forma, aconteceria. Gael morreria. O dia amanheceu estranho, nublado. Um clima tenso e mórbido praticamente me sufocava, enquanto de um lado para o outro andava com Aurora em meus braços já adormecida. Conforme ela crescia, deixava os choros repentinos e as cólicas para trás, se transformando numa bebê calma que, só se estressava quando estava com fome ou suja. A todo instante,

