Mariana Narrando Eu saí daquela casa bufando, com o Kauã segurando meu braço como se fosse impedir alguma coisa. Minha cabeça parecia que ia explodir de tanta raiva. Cada passo que eu dava, o ódio só aumentava. p***a, como eles tiveram coragem de me tratar daquele jeito? Como aquela vagabunda teve a ousadia de abrir a boca pra me esculachar na frente de todo mundo? Chegamos na porta de casa, e eu já fui empurrando o Kauã pra dentro, batendo a porta com tanta força que o barulho ecoou pela sala. — Que p***a foi essa, Mariana? Tá maluca? — ele perguntou, soltando meu braço e passando a mão na cabeça, visivelmente incomodado. — Maluca? Tu tá me chamando de maluca, Kauã? Depois do que aconteceu lá? Depois de TU ter feito essa merda toda? — eu gritei, sentindo meu sangue ferver ainda mais.

