A casa de um guarda-costas não poderia ser diferente. Assim que chegamos ao prédio do Rony, um arranha-céu enorme, que só de olhar via-se que só poderia morar ali quem tinha muito dinheiro. Ele passou pela portaria, se identificou e não falou nada em relação a minha presença. O porteiro, se achou estranho não disse nada mas me olhou de um jeito desconfiado e ao mesmo tempo irônico, acho que ele imaginou que eu fosse uma das namoradas dele ou talvez aquilo fosse comum ele entrar ali com uma mulher e ninguém perguntar nada, mas naquele momento aquilo era o que menos me importava, tudo que eu queria era conferir se o meu filho estava bem. O irmão dele e o tal Alejandro ficaram dentro do carro na frente do prédio. No elevador, apenas eu, ele e o silêncio. Eu não encontrei palavras para falar

