Capítulo 162 Taquara

1245 Palavras

Taquara Narrando Mermão… o dia tava tranquilão até então. Parecia até pegadinha do destino. Depois do esporro que o Gavião meteu no Cuscuz — aquele esculacho que ecoou no bloco inteiro — o maluco jurou que ia virar funcionário do mês. Ficou plantado na sala do Malfeitor, todo duro, fingindo que tava rendendo serviço. Cena patética. Eu? Mandei a real: tinha uns corres pra fazer, então meti o pé. Resolvi parada, botei os cria certo, conferi rota, fiz o básico do plantão. Depois disso? Fui pra casa tomar um banho, porque hoje era noite de pagode e ninguém nasce pra ser feio e suado ao mesmo tempo. Coloquei aquela camisa preta que cai bonito no meu ombro, passei perfume — aquele que gruda na alma, não só na pele — e fui dar um giro pelo morro antes de colar onde ia rolar a resenha. Tava tu

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