**Capítulo 68** **Fabiene narrando** A manhã estava calma e o sol brilhava forte, enquanto eu fatiava um bolo na frente da confeitaria. A faca na minha mão refletia o brilho do sol, e eu movia as lâminas com um pouco mais de força do que o necessário, um reflexo da tensão que eu sentia. Estava tentando me manter ocupada e distraída, mas as preocupações não me deixavam em paz. Foi então que Samanta chegou ao salão com uma das manicures, sua presença sempre marcando uma mudança no ambiente. Com uma atitude descontraída, ela entrou no salão sem me cumprimentar. Eu, com a faca ainda na mão, a saudei com um tom provocador. — Bom dia, vizinhas! — gritei, balançando a faca no ar. — Que seja um dia abençoado para nós. Samanta me olhou com um olhar frio e desdenhoso, mas não respondeu. Em vez

