Casandro Díaz IX

2110 Palavras
─ Claro... - ele sorri sacana. ─ Mas primeiro... - Casandro começa a enfiar seus dedos melados na minha boca, observando a minha imagem todo o tempo, como um verdadeiro voeyur. ─ Você não vai deixar a mão do seu amo assim suja, vai? - fecho os olhos, e os chupo lentamente, limpando a mão dele. Já não dou a mínima, estou excitada demais para me opor a qualquer coisa. ─ Isso, boa menina. Gatinha... você vai ganhar a sua recompensa logo. - Ele sussurra. ─ Eu vou deixar você gozar no meu p*u. Ele começa a afundar os dedos na minha boca, até o fundo da minha garganta, e a tirá-los, às vezes eu me engasgo. Ele está simulando sexo oral. Como dou golfadas, meus olhos estão ficando chorosos. Ele volta a me dedar com a outra mão, possuindo minha boca e minha b****a. Meu líquido natural se espalha eroticamente pela pia. ─ Vamos já... eu já quero seu p*u. Por favor... - murmuro entre seus dedos, ele começa a colocá-los, tanto os da minha boca, como os de baixo, com mais força, para me humilhar mais, enquanto sorri sacana. Sinto meu interior se apertando muito, num estado próximo do orgasmo. Não pode ser que eu seja tão pervertida a ponto de gozar com isso. De repente ele os tira de mim, todos, e apenas pisca um olho com um sorriso ladeado. Vai abrindo sua camisa e afrouxa sua calça, afobado. Excitada, me giro depressa enquanto o olho se despir na minha frente e desço aos poucos da pia, vendo-o com a camiseta aberta. Olho para o rosto dele e seguro na borda da sua cueca. ─ Eu posso tocar aqui? - Sussurro, enquanto trocamos olhares sensuais e penetrantes. Ele se encosta na pia e me olha desde cima, com superioridade e um sorriso sarcástico. ─ Hm... Sim, mas faz direito, senão eu vou ficar puto com você. - Ele diz, entre dentes. ─ Eu vou tentar. - Sussurro, com um sorriso ladeado e com um jeitinho que dá até pena. Ele ri levemente, me achando fofa, e pega o meu rosto com uma mão, carinhosamente, ambos de pé. Nós nos olhamos nos olhos. ─ Você sabe que eu estou brincando, não é? - ele me olha preocupado. ─ Linda. - Assinto levemente. ─ Eu e você estamos brincando, juntos. - Ele enfatiza. ─ E não há nada de errado. Você está gostando? Porque... Sabe, eu posso ser bem pior. Tanto fisicamente como mentalmente. - Seu timbre ensombrece. ─ Mm... - Sussurro. - De momento eu aguento assim. - Assinto. ─ É a primeira vez que fazemos isso, não quero que seja traumático. - Ele alisa o meu rosto. Mas logo o aperta com força, agarrando minhas bochechas e mordendo os lábios de t***o. — Mas se você quiser, isso pode ser mais pesado. Hum? - Assinto de leve, imaginando que, na verdade, ele pode que seja bem experiente nesse campo de humilhação s****l, sadismo, e outros jogos. ─ Agacha... Deixa-me ver o seu rosto nesse ângulo. Me ajoelho, ouvindo o grunhido arrastado do Casandro. ─ Mmmm... ─ Me atrevo a tocá-lo sobre a cueca, e gemo baixo, sentindo t***o. Os olhos dele se cerram, ele abaixa a sua cueca sem pudor, comandando a situação. O agarro e noto que não sou capaz de fechá-lo na circunferência da minha mão pequena. Casandro ri com suavidade. O p*u dele é muito gostoso. É maior que o meu rosto, e grosso. ─ Você é tão p**a, em? Não é, gatinha... - Ele o segura e começa a esfregá-lo por meus lábios. ─ Chupando o meu p*u aqui, na biblioteca. - Cass ri com sarcasmo. ─ Começa de uma vez. Faz o que você sempre quis fazer comigo. Minha calcinha está empapada por causa do timbre da sua voz, maligno e e******o, como se ele fosse imbatível, intocável. O olho nos olhos e o agarro com timidez, com uma mão, logo a outra. Casandro está muito quente. Testo a pele dele, observando as veias, e o prepúcio tão bonito. Ele é um cara lindo por inteiro. Suspiro baixinho, deixando um pouco de voz escapar. Ele segue com um sorriso sacana, os olhos brilhantes, me olhando diretamente no rosto, para me intimidar. Sua mão vem sobre meus cabelos, desfazendo o laço do meu penteado, soltando os longos fios e os colocando atrás da minha orelha. Começo a masturbá-lo lentamente, olhando a expressão de prazer que surge no seu rosto, o sorriso desaparecendo, a pele dele mudando de cor, rosando. Que sensual. Gemo baixinho e involuntariamente, imaginando como seria o rosto dele no ápice no prazer, e tudo graças a mim. Vou colocando seu p*u dentro da minha boca lentamente. Olho para cima, vendo como ele morde os lábios e suspira. Colocar a cabeça não é muito difícil, porém alguns centímetros mais adiante, eu tenho que forçar bastante a a******a da minha boca para aguentar a circunferência. Com cuidado, para não o tocar com os dentes, apoio minha língua também, tentando produzir bastante saliva e me aprofundar o máximo que posso, envolvendo o resto do seu p*u com as mãos. Ele dá meio passo para frente, por descontrole, sinto a cabeça do seu p*u encostando na minha garganta. Subo a minha cabeça e volto a descer depressa, tratando de insalivá-lo por inteiro e assim pegar mais liberdade de movimento. Ele se inclina e dá um apertão forte na minha b***a, seguido de um tapa, que me arranca um gritinho contra seu p*u. Casandro volta a estar apenas de pé e começo a chupá-lo mais depressa enquanto o masturbo, o p*u dele fica mais duro na minha boca, ele fica bem mais e******o por causa disso. ─ Como você gosta, em? - ele diz entre gemidos e aperta o meu cabelo com as duas mãos enquanto me olha nos olhos. Alguns fios se embaraçam nos dedos dele. O retiro da boca e lambo a cabeça, passando a língua ao redor, babando nela e a chupando depois. Casandro o segura, começando a passá-lo por meu rosto e meus lábios, com uma expressão muito pervertida. Eu gemo baixo, sentindo o p*u dele se encostando num dos meus s***s, no mamilo, ele se masturba algumas vezes, o agitando e batendo seu p*u nele, de um lado e do outro. ─ Ahh... Como você é mau... - Gemo a frase chorosamente, excitada. Ele abre um sorriso sacana satisfeito. Meu líquido começa a escorrer por minhas coxas e eu tiro a língua para fora, pois ainda tinha muita vontade de chupá-lo. Casandro pega a minha nuca e o meu pulso com a outra mão, sugerindo que eu me levantasse. O fiz, juntando os braços por cima dos meus s***s, e o olhando, vendo como ele é tão mais alto que eu quando estamos de pé. Ele começa a tocar meus ombros com uma massagem suave, dando alguns beijos sobre ele e me girando de costas lentamente. Logo me joga contra a parede com um pouco de força. ─ Aii... - Digo chorosa, com meu rosto contra o azulejo frio. ─ Shh... - Ele murmura. Casandro segura a minha cintura e começa a beijar meu pescoço de forma úmida, levantando a minha saia e alisando minha b***a intensamente por cima da calcinha. Dá alguns tapas e alguns apertões violentos, me arrancando mais gritinhos. Ele segura a minha calcinha com uma mão, e a si mesmo com a outra. Sinto o p*u dele entrando aos poucos e gemo extasiada, rebolando devagar, com o meu ventre inteiro completo. Sinto uma vontade incontrolável de me movimentar. Ele vem para me beijar, e nos beijamos com intensidade, enquanto ele ainda está parado. ─ Ahhhh. - Casandro dá uma primeira investida, me arrancando um grito alto. Como tem dias que não transo, estou bem sensível. E apertada. Estou quase gozando. ─ Sshhhh! - Casandro repete o pedido de silêncio e puxa o meu cabelo nesse momento, deixando a mão dele aberta sobre minha cabeça e me trazendo contra o corpo dele com violência através dela. Vejo suas sobrancelhas franzidas de um jeito sexy, masculino, com raiva. — Cala a boca. - Ele sussurra, me olhando nos olhos. Assinto envergonhada. Ele fez isso para danar comigo, mas o puxão de cabelo e a pegada amoleceram minhas pernas. Meu líquido escorre entre nós dois, mas ainda que eu esteja muito molhada, o espaço que eu tenho para recebê-lo ainda é ajustado, e eu posso sentir a pressão do seu m****o me alargando. Ele volta a meter, cada vez com mais intensidade, gradualmente, e fica me olhando com superioridade, vigiando meus gemidos. Murmuro baixo, me controlando, enquanto sinto minhas pernas tremendo. ─ Aguenta a pressão. - Ele diz sacana, logo agarra meus pulsos com força, deixando meus braços abaixados. O olho nos olhos, com uma expressão de êxtase e quase orgasmo. Meus s***s roçam no azulejo frio com as investidas dele, e seu p*u é delicioso. ─ Tá gostando, hm? - ele pergunta baixo. Assinto freneticamente. — Mm... - Ele dá uma estocada forte e separa minhas pernas com sua mão, começando a girar o meu c******s. Entro num estado onde a minha cabeça fica em branco. Só sinto ele me fodendo profundamente, seus dedos tocando minha parte mais sensível. Grito forte outra vez, não me importando, deixo o meu corpo cair-se sobre ele e o aperto todo dentro de mim. Logo Casandro para as investidas, ainda com uma expressão terrivelmente séria e sexy. ─ Mm... Você não aguenta nada, em? - Estou com as sobrancelhas franzidas, acabada contra a parede. ─ Ei... Eu aguento sim. - Sussurro, sentindo a minha nuca suada. ─ Ah, é? - Ele murmura, e******o. Me movimento contra o quadril dele, assentindo. Olho a expressão orgástica que começa a aparecer no rosto dele quando faço o serviço. ─ Vou te f***r bem forte e gozar também. Será que você aguenta mesmo? - ele diz arrastado, erguendo uma sobrancelha. - Assinto. — Hm... Vamos ver. ─ Sinto suas mãos nas minhas costas, inclinando meu quadril. Nos giramos levemente e apoio minhas mãos na pia. Ele começa a meter com uma força e velocidade que eu nunca senti na vida, enquanto prende os meus pulsos nas minhas costas e os segura. Dói pra c*****o, mas ao mesmo tempo é muito bom. Nesse ritmo, não demorou para que Casandro gozasse, me deixando quente por dentro e estranhamente satisfeita e trêmula. Fico escutando seus suspiros e urros deliciosos e colo minhas costas em seu peito. Ele me abraça, me pegando forte nele. ─ Mm. Obrigado. Você aguentou direitinho. - Casandro sussurra, alisando a minha cintura, e logo dá alguns beijos lentos no meu pescoço, enquanto nos olhávamos no espelho. ─ Hihi... - Rio corada. - Sabe, não quero mais voltar para a aula. Está gostoso aqui com você. - Confesso. Ele me abre um sorriso cúmplice. — Bem que você me avisou que era perigoso ficar "sozinha com o Casandro" - Sussurro sensualmente, o provocando. Ele abre um sorriso e******o e convencido. Nos beijamos de forma profunda, por alguns minutos, até ser interrompidos pelo sinal tocando. Ele sai de mim lentamente e dá um beijo no meu ombro. ─ Até a próxima, kitty. - Ele diz, se vestindo. — A gente se fala, ok? Ele ignorou a minha proposta. Vejo como ele se gira e vai embora do banheiro, batendo a porta sem olhar para trás, fazendo com que eu me sinta uma merda. Fico em choque, com cara de paisagem. Coloco as mãos na minha cintura, ali meio nua ainda. Meu primeiro impulso é correr e trancar a porta de novo. Depois de estar segura, começo a me vestir outra vez. Que p***a foi isso? Quem ele pensa que é? Cruzo os braços, sozinha no banheiro. Apesar de tudo, não consigo sentir raiva. Ele parece ser exatamente como eu, interessado em sexo casual. E se é assim... f**a-se. Podemos ter vários encontros deste estilo se ele quiser. E, óbvio, se ele melhorar um pouco. *** ─ Elisa... - digo, chamando minha amiga pelo celular. "Oi?" ─ Estou me sentindo uma p*****a suja de banheiro. "Ai, amiga... Você se arrependeu?" ─ Rum. - Dou um risinho irônico. ─ Não exatamente. Mas foi estranho. "Foi r**m?" ─ Foi ótimo. Só que o Casandro é bem frio. Nós acabamos de f***r, ele se vestiu e foi embora, simplesmente. "Você está bem?" ─ Estou incrível. Acho que encontrei um amigo com direito a roce. Minha amiga ri gostosamente do outro lado da linha. Ele é do tipo canalha. Eu sou do tipo coração de gelo. Não estou nem um pouco afetada. Afinal... Eu enfrento coisas bem piores quando chego em casa.
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