Capítulo 25

1191 Palavras

Eu jogo a cartinha b***a em cima de Gustavo e saio em direção à marina vendo que realmente não tinha nenhum barco sequer. Que filhos da mãe! Eu vou matar um, eu juro. Me viro e vejo Gustavo na porta me olhando confuso. Passo por ele e ele vem atrás de mim. —Precisamos conversar então? vamos lá —ele diz segurando meu braço. Puxo meu braço de volta e me viro marchando para meu quarto. —Vou tomar um banho. —Tudo bem, daqui a pouco a cozinheira deve trazer algo para almoço—diz. Assinto. Entro no chuveiro desnorteada. Não sabia o que eu ia fazer. Queria apertar cada pescoço que idealizou esse plano sem fundamento. Ainda mais uma cabecinha com a cabeleira colorida. Aff Nanda! Desço as escadas e vejo que ele também já tomou banho, está de blusa regata e bermuda. Desvio meu olhar para longe

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