LXVII. Liberdade Nua e Crua

2214 Palavras

— Nem um pouco ocupada, apenas saboreando vinho… o que quer? Carmo saiu com Zayn, devem retornar logo. — Quero comer… — Ri. — Já foi mais galanteador, convidando-me a um jantar. — Ela riu, terminando seu vinho e levantando. — Não me sinto à vontade para ser galanteador, no momento… e ser galanteador pode incitar mais… Ela riu, me tomou pela mão e subiu comigo ao finado quarto de Ali que, agora, ela chamava seu quarto. Ela me sentou na cama e parou em pé na minha frente. — Como você está se sentindo? — Bem, na medida do possível; por quê? — Carmo falou que você tem problemas e estes problemas podem ceifar sua vida… — Vivi um fenômeno novo… ouvi minha voz… a voz do Senhor que estou destinado a me tornar… e como este homem, estou insatisfeito com o que acontece. Como este homem, pres

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