LVI. Ser Humano

2034 Palavras

Quando acordei, os médicos na cabine alvoroçaram-se. Permaneci imóvel, afinal estava habituado aos procedimentos que sucediam meu despertar em um leito. — Como estamos? — perguntei-me. As vozes dos médicos estavam embaralhadas e não fiz questão de ater-me ao que diziam — possivelmente, eram as perguntas confusas que de nada auxiliavam a recobrar coesão! “O corpo está saudável.”, os machos responderam-me. “A mente resistiu…”, disseram as fêmeas seguidamente. Assenti e voltei a olhar para os médicos. Eles pareciam falar, mas eu era incapaz de dizer se falavam comigo ou entre si. — Onde está Carmo? — No momento descansa, mas não se preocupe. Usaremos do mesmo zelo para cuidar de ti! — O mais jovem dos Oficiais disse. — Obrigado. Como estão todos? Ele deu um sorriso surpreso — ou tal

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