Isa serviu uma refeição para mim, relativamente simples, ainda peixe e um pão. A porção foi pequena, eu não estava com fome, mas não fiz objeção ou reclamei, apenas comi. Não consigo contar quanto tempo fiquei deitado. Fate me buscou no quarto, estava com um longo vestido rosa-claro e um hijab de cor parecida. — Vem? — Ela convidou, estendendo-me a mão. — Devo me ater a algo? — perguntei, pegando sua mão. — Se puder, gostaria que falasse o que sente e como sente… não se pressione, quando não puder mais, não faça. — Na escala de um a três, o quanto julga perigoso para vocês? — Dois. Assenti e fomos ao meu quarto. As cortinas estavam abertas para a luz do sol entrar. A luz estava precisamente sobre a cama. Isa estava abaixo da janela, sentada sobre os joelhos, vestindo algo parecido

