Acordei sentindo-me péssimo. Olhei ao redor e Zayn, Isa, Ali, Liandra… estavam todos no quarto e novamente, eu estava na maldita cama de hospital com a deprimente roupa de paciente e a repugnante culpa. Liandra aproximou-se correndo. — Noah!? — chamou ela, com lágrimas nos olhos. Minha visão estava embaçada e sentia-me embriagado. Levei minha mão ao que cri ser seu rosto, num singelo gesto de ternura. Ela pegou minha mão e caiu, aos prantos. O incômodo som do monitor disparando em resposta ao meu nervosismo alertou alguns médicos que entraram apressados. Senti quando Liandra largou minha mão e as verificações médicas iniciaram. Por alguns minutos, eles moviam-se como vultos em minha embaçada visão. Irritei-me com as luzes que ocasionalmente incomodavam os olhos e com perguntas feit

