TRINTA E NOVE

2111 Palavras

Por Lilian Alcântara. Escuto o choro do bebê no escritório de Kevin e saio do seu abraço, deixando todos na sala com seus falatórios e perguntas infindas e abro a porta. O encontro deitado em um dos sofás do cômodo. Oh! Deus, tão pequenino, ainda envolto em sua manta azul e seu choro é tão desesperado. Com o coração apertado, aproximo-me e o pego em meus braços, e imediatamente meu coração se aquece e acaricio suas costas, ditando palavras amáveis e baixinhas. _ Calma, meu amor! Estou aqui, shiiiii! _ Logo ele para o choro e fica calmo. O acalento, enquanto caminho pelo cômodo e resmungo uma canção de ninar, que costumava ouvir minha mãe cantar quando eu era uma criança. Ao virar-me para a porta, encontro Kevin parado lá, me olhando de uma forma que não sei explicar, mas percebo seus olh

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