— Eu preciso de um sorvete de morango com picles— declarou ela, com a maior seriedade do mundo.
Gabriel piscou, surpreso. — Sorvete de morango com... picles?.
Aly assentiu vigorosamente. —Sim, é isso que eu quero agora. Não sei explicar, mas estou com uma vontade imensa de comer
César riu, levantando-se do sofá. —Bom, se é isso que o bebê quer, eu vou ver se consigo encontrar
— Posso ir com você pai?
— Claro pode sim
_ Ebaa._ Gabriel comemora e se despede de Aly e desce para o andar debaixo com césar
— Mas pai onde vamos encontrar picles a essa hora?— questionou Gabriel, ainda um pouco confuso.
— Tem uma loja 24 horas a algumas quadras daqui que sempre vendo.— disse César, já pegando as chaves do carro. _ Vamos lá, Gabriel. Missão sorvete com picles— césar fala sorrindo
Enquanto os dois saíam, Aly riu sozinha no sofá, sentindo-se cuidada e amada. Agradecia todos os dias por ter esses dois ao seu lado.
César e Gabriel retornaram da sorveteria, cada um segurando um sorvete peculiar de picles, enrolado em cones coloridos.
— Aqui está, Aly! Sorvete de picles, como prometido!
— Obrigado meu amor, agora nosso filho não vai mais nascer com cara de sorvete de picles.— ela fala sorrindo e pega o sorvete observando sua tonalidade verde pastel e o cheiro sutilmente azedo e ela dá uma mordida cautelosa e, surpreendentemente, seu rosto se ilumina com um sorriso involuntário enquanto César e Gabriel observam com uma cara de nojo, imaginando como ela podia comer .
— Uau! É surpreendentemente bom! A combinação do doce com o sabor leve de picles é incrível! Vocês querem provar?— ela oferece aos dois que rapidamente n**a
— Não obrigado.
— Vocês não sabem o que está perdendo._ Fala ela e os três voltam a assistir o filme até que o sono chegue.
(...)
No quarto mês, a barriga de Aly começou a aparecer mais, um pequeno abaulado que ela adorava acariciar. Gabriel e César também começaram a se envolver ainda mais, acompanhando-a nas consultas médicas e César participava das aulas de preparação para o parto.
Uma tarde, Aly estava deitada no sofá, descansando, quando sentiu um leve movimento. Seus olhos se arregalaram e ela colocou a mão na barriga, tentando sentir de novo.
— César! Venham aqui, rápido!— gritou Aly
— O que foi?_ perguntou césar ofegante.
Aly pegou as mãos dele e as colocou em sua barriga.
— Eu acho que o bebê se mexeu. Senti um chute ou algo assim.— fala ela e ficaram em silêncio, aguardando, e então sentiram. Um leve, mas distinto, movimento sob suas mãos. e César sorriu, emocionado.
— Nosso bebê está realmente aí— disse César, com um brilho nos olhos. — Isso é incrível.
César beijou a testa de Aly, seus olhos brilhando de emoção. — Estou muito feliz por tudo que você está me proporcionando.
— Eu que te agradeço césar, por está me dando esse presente depois do que aconteceu.
Os quatro meses iniciais de gravidez trouxeram muitos desafios e alegrias, mas, acima de tudo, fortaleceram ainda mais o laço entre Aly, Gabriel e César. À medida que a gravidez de Aly avançava, as rotinas da casa se ajustavam para acomodar as novas necessidades e os crescentes desejos de Aly. No quinto mês, Aly começou a sentir mais energia, mas também lidava com novos desafios, como dores nas costas e noites m*l dormidas.
Para que Aly dormisse bem e confortável, César investiu em um travesseiro de corpo para ajudá-la a dormir melhor, e também sempre ajudava Aly com uma deliciosa massagem nas costas, que se tornaram um ritual noturno indispensável quase todas as noites e nesse momento César massageava suas costas, Aly suspirou de alívio.
— Isso é maravilhoso, César. Obrigada.
César sorriu. _ Sempre às ordens, madame.— Aly sorriu e nessa hora ouviram batidas na porta.
_ Mãe pai posso entrar?_ Gabriel pergunta ..
— Claro meu filho pode sim.
Gabriel entrou com uma bandeja de frutas frescas. — Eu trouxe Morangos, uvas e um pouco de melancia para a senhora lanchar.
Aly sorriu, aceitando o prato. — Obrigada Gabriel, já estava ficando com fome mesmo.— ela fala sorrindo e pega as frutas.
No sexto mês, a barriga de Aly estava visivelmente maior, e as consultas médicas se tornavam mais frequentes. Eles descobriram o sexo do bebê em uma dessas consultas: era uma menino. A notícia trouxe uma nova onda de emoção e preparativos. Gabriel e César imediatamente começaram a planejar o quarto do bebê, discutindo cores e temas.
— Pai mãe , eu achei essa referência para o quarto do meu irmãzinho
— Qual deixa a gente vê
_ Aqui, eu. Pensei nessa floresta encantada,—:sugeriu Gabriel enquanto olhava catálogos de decoração. No tablet — Com árvores pintadas nas paredes e luzinhas em forma de vagalumes.
— Eu adoro essa ideia— disse Aly, acariciando a barriga. — Nosso pequeno vai se sentir como uma principe
No sétimo mês, os desejos alimentares de Aly se tornaram mais específicos e frequentes. Uma noite, enquanto assistiam a um documentário, Aly virou-se para César com um olhar determinado.
— Eu conheço esse olhar vida, o que você quer.
— Eu preciso de batatas fritas com molho de chocolate.— César sorriu, já levantando-se
. — Batatas fritas com molho de chocolate? Está bem, vou buscar — César olhou para ela com um sorriso e disse.— , Aly. Acho que nosso bebê vai ter um paladar bem aventureiro.
— Isso é bom
Os dias continuaram a passar rapidamente, cheios de preparativos para a chegada da bebê. No oitavo mês, Aly começou a frequentar aulas de yoga para grávidas, com César a acompanhando quando podiam. As aulas ajudavam com as dores e também proporcionavam um momento de relaxamento e conexão com o bebê.
Uma tarde, depois de uma sessão de yoga particularmente relaxante, Aly sentou-se com Gabriel e César no jardim, aproveitando o sol.
— Sabem,— começou ela, olhando para os dois, — apesar de todas as dificuldades, essa tem sido uma das fases mais bonitas da minha vida. Ver como vocês cuidam de mim e do nosso bebê... isso significa tudo para mim.
César segurou sua mão, seu olhar cheio de carinho. — Estamos nisso juntos, Aly. Você é a alma dessa família, e faremos tudo para garantir que você e nosso filho estejam sempre bem.—
César colocou a mão sobre a barriga de Aly.