Uma semana depois Meu telefone começa a tocar na mesa de cabeceira, mas eu o ignoro e coloco um travesseiro sob minha cabeça. O toque para, apenas para recomeçar um minuto depois. Eu gemo, alcanço a maldita coisa e atendo sem olhar quem está ligando. "Eu te acordei, criança?" Sento-me na cama, instantaneamente acordada. “Varya?” "Eu preciso falar com você. Posso passar?” "Claro, vou te mandar o endereço por mensagem." “Estarei aí em uma hora então.” “Varya, o que está acontecendo? É ... Ele está bem?" "Sim. Por enquanto, pelo menos. Conversaremos quando eu chegar lá.” Um sentimento r**m se forma no meu peito enquanto olho para o meu telefone. Algo está errado, eu sei disso. Corro para o banheiro para tomar banho e me trocar. Estou recolhendo os pincéis e os esboços descartados que

