Lá fora, peguei meu telefone. — Você veio dirigindo? — Ele perguntou. — Não. Eu vim de Uber para poder tomar uma taça de vinho. — Eu estou de carro. Eu vou te levar. — Isso não é necessário. — Eu insisto. Um minuto depois, uma limusine parou. Aparentemente, ele estar de carro, significava um chofer. O motorista uniformizado saiu do carro e foi abrir a porta de trás, mas Grant o dispensou e ele a abriu para mim em seu lugar. — Obrigada. Deslizei pelo banco traseiro para dar espaço para Grant. A parte de trás da limusine era espaçosa o suficiente para acomodar dez pessoas. No entanto, quando ele entrou e se juntou a mim, de repente parecia muito pequeno. Eu estava ciente de sua coxa roçando na minha. Quando começamos a nos mover, eu olhei para frente, mas senti os olhos de Grant em m

