Capítulo 11

2210 Palavras

Amanda Silveira/ Terça-feira/09:11 Às vozes vindas do Primeiro andar era as únicas coisas que eu conseguia ouvir, Já havia tentado diversas vezes voltar para o meu Sono mas era como se meu Corpo pedisse que eu acordasse. Emburrada, Viro pra o outro lado da Cama tentando pegar no Sono. — Leva essas duas Caixas, É Pó Purinho. — Tô precisando de umas Cargas nova, tu consegue arrumar pra mim? — Que tipo de Carga? — Aquela da boa, Lá na Quebrada a Heroína tá começando a vender mais que Maconha. Abro meus olhos ao ouvir a voz de 2m de fundo, Passo minha mão no outro lado da Cama sentido a maciez do colchão. Com a visita turva consigo enxergar minhas roupas em cima da Poltrona junto da sua Arma. Demoro pra notar onde estou, Casa do Noia, 2m. Depois de lançarmos fumamos uns Três que

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