Nas profundezas sombrias da floresta, onde até o brilho prateado da lua não conseguia penetrar, um m*l mais antigo e sinistro se preparava para realizar seu próprio ritual macabro. Nix, a entidade das trevas, aguardava pacientemente, alimentando-se da escuridão que a cercava. O ar estava impregnado com uma sensação de opressão, como se as próprias árvores encurvaram-se sob o peso da malignidade. O vento sussurrava palavras indistintas, carregando consigo um frio gélido que parecia cortar até os ossos. Cada sombra era uma ameaça potencial, cada movimento nas sombras, um indício de perigo iminente. No centro de um círculo de runas escuras, Nix estava rodeada por uma aura de negrume absoluto. Seus olhos brilhavam com uma luz que não era de nenhuma estrela, mas sim de um vazio cósmico. Ela e

