- Tateando no Escuro

1521 Palavras

Começamos a avançar em territórios desconhecidos. Nossa i********e em ficar nu ou fazer carinho um no outro era a mesma, mas agora sempre ficava aquela nuvem de: "peço pra ele me chupar ou ele vai perguntar se eu quero?" Em casa por exemplo. Ele foi dormir lá nem casa nesse mesmo dia. Como de costume ficamos pelados na hora de dormir. Aí começou o "cu doce". Nenhum de nós dava o primeiro passo. Eu queria, ele sabia que eu queria, mas a gente se comportava como duas donzela. A gente se olhava e ria sem graça e ninguém fazia movimento algum. Fui dormir frustrado e de barraca armada. De manhã, tomando café, Félix me criticou. - Marvin, se você acha que vou ficar me oferecendo toda hora pra ti pode esquecer. Já te falei que estou disposto a te dar essa alegria, tô de peito aberto, o resto é

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR