Pôs a mão na boca, e recobrou a própria consciência, os seguranças, seu primo e seu pai, até mesmo Jacob, estavam ocupados demais tentando imaginar o que estava acontecendo, ela olhou para os lados e ainda não vinha ninguém, não conseguiria sair pela entrada normal da festa, seu olhos giraram o jardim, os muros de tijolinho a vista cobertos pelas flores trepadeiras, aqueles muros eram antigos, e a família Benetts resolveu conservá-los ao construir a empresa, então era isso, aqueles muros eram antigos, ela correu, entrando por trás dos arbustos saindo da vista de qualquer um, ela grudou suas mãos na parede enterrando os braços entre as galhadas, procurando, vasculhando, algo, encontrou. Deveria ser uma casa, uma mansão que deveria ter ali antes, qualquer coisa, mas um jardim tão lindo dever

