Laura engolia com força o nó que se formava em sua garganta a cada tic-tac que o relógio fazia. Suas mãos voltaram a suar, seus olhos se encheram lágrimas que estavam prestes a serem derramadas. — Bom dia, senhorita Laura. — A voz de Miranda fez com que suas lágrimas freassem. — O café da manhã já está servido. Sua irmã a aguarda. Ela suspirou, triste. — Obrigada por tudo, Miranda. Sentirei saudades. — Levantou-se da cama e abraçou Miranda, que não pensou duas vezes e retribuiu o gesto. — Também sentirei saudades, senhorita Laura. Prometa-me que trará Nicolle para me ver. — Nem precisa pedir, Miranda, ela à tem como uma avó. Enxugando o rosto com as mãos, Laura sorriu e seguiu até a sala de jantar onde eram servidas as refeições. Antes que Laura pudesse chegar até a sala de jantar,

