Laura deixou de lado o pequeno medo que se instalou dentro dela e seguiu para seu trabalho. Ela precisava daquele emprego e não seria um homem transtornado e infeliz que iria mudar isso. Laura atendia todos os clientes da mesma maneira: com um sorriso no rosto, bons dias alegres, carisma e educação. Era por isso que todos a elogiavam para o senhor Koll. Ninguém havia trabalhado com tanto carinho naquele lugar, e isso deixava todos ao seu redor felizes. Por mais que gostasse de dançar na boate, ela também gostava de ter uma vida normal fora daquelas paredes escuras. Dançar era uma grande parte de quem ela era, mas trabalhar naquele café ao lado de Pietro e do senhor Koll, também fazia parte da sua vida, da nova pessoa que estava se tornando. — Está tendo um bom dia, minha filha? — A voz d

