Não tão longe dali, Juan observava a movimentação do hospital. O entra e sai de pessoas, o deixava irritado. Ele queria saber como Laura estava, se ela precisava de alguma coisa ou se já tinha acordado. Porém, sabia que se entrasse naquele hospital, tanto ele quanto as pessoas que trabalhavam ao seu redor, sofreriam consequências. Juan não podia dizer a ninguém o que realmente havia acontecido com Laura, ele teria que dar explicações o que levaria a polícia até ele. Mesmo sendo um dos homens mais perigosos das ruas de Nova Iorque, tinha que manter a descrição. Chamar atenção da polícia para sua boate atrapalharia todos os seus negócios, todos ilegais. Irritado, Juan sacou o celular do bolso e ligou para Liza. — O que foi, Juan? — disse ela, um pouco sonolenta. — Você sabe que horas são?

