Ibrahim Krishman

941 Palavras

Okan  Ibrahim Krishman, um homem que um dia foi reverenciado no mundo dos negócios hoteleiros, agora repousa em sua enorme cama, solitário desde que mamãe morreu. Seu semblante está pálido, e a vitalidade que um dia lhe pertenceu parece escorrer pelas rugas do rosto cansado. Aos setenta e três anos, o coração fraco teima em vencê-lo pouco a pouco. Sento-me ao lado dele, tentando esconder o aperto no peito. — Baba — murmuro, tomando sua mão. Ele abre os olhos devagar, como se cada movimento exigisse um esforço imenso. Seu olhar sem vida encontra o meu e, ainda assim, há algo reconfortante naquele gesto. — Oğul — ele responde com a voz fraca. Engulo em seco, tentando afastar a angústia. — Pai, chamei o doutor Braun para dar uma olhada no senhor. Como está se sentindo? Ele sorri de

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