Dulce Maria Cá estava eu, no meio da madrugada, vagando pelas ruas de Manhattan dentro de um Range Rover preto, ao lado de um motorista que não parou de olhar para as minhas pernas desde o momento em que eu aceitei sair de casa para ir até a casa dele. No que eu estava pensando? Teria que trabalhar cedo na manhã seguinte e mesmo tendo consciência de que Christopher arrancaria as minhas forças, eu aceitei. À essa altura, todo mundo já deve ter normalizado o fato de que eu sou louca. Christopher passou a marcha e sua mão foi para a minha coxa logo em seguida e me deu um forte apertão. Eu já estava bem pronta para ele, sentindo aquele formigamento agradável no meio das pernas e tendo vários pensamentos indevidos sobre todas as coisas que eu gostaria que ele fizesse comigo. — c****e, eu

