Christopher Von Uckermann Os olhos claros de Amber brilhavam sob as lágrimas que agora inundavam o seu rosto. Eu me sentia um monstro por fazê-la sentir isso e nada seria capaz de me redimir. Deixei que ela chorasse o tempo que fosse necessário. Seu rosto ficando cada vez mais vermelho e os soluços preenchendo o silêncio daquela sala de interrogatório. Devo admitir que estava sendo desesperador não ter uma resposta da parte dela depois de ouvir a minha versão dos fatos. Tudo o que Amber fazia era chorar como se o mundo estivesse acabando e de fato o seu mundo estava. — Raio de sol... — tentei tocar em sua mão, mas ela a afastou com tanta brusquidão que eu tive vontade de me encolher. — Eu sinto muito. — consegui dizer. — Por favor... diga alguma coisa. — Por que? — a pergunta saiu

