Dulce Maria Era quarta à noite, Christopher me convidou para tomar uma taça de vinho na varanda principal do andar de cima de sua casa. Nós começamos uma conversa bem casual, até tomarmos mais do que apenas uma taça e começarmos a falar de nossas vidas pessoais. — Sente falta dos seus pais? — ele perguntou. — Sim. — fui sincera. — Mas eu tento não focar no que é r**m. Prefiro ver a minha vida pelos lados positivos e pelos aprendizados. — Sabe, docinho, eu te admiro muito. — sorriu. — Mesmo? — sorri também. — Eu também te admiro. — Não, não diga isso. — riu de leve. — Por que não? — Há coisas que você não sabe sobre mim. — Me deixe saber. Ele pareceu pensativo enquanto me encarava. Foi ficando cada vez mais sério e quando pareceu tomar uma decisão, ele encheu sua taça mais

