Dulce Maria Christopher ficou comigo no hospital até eu resolver ir para casa. Ele segurou minha mão todo o tempo e eu me senti muito melhor com o apoio dele. Antes de saírmos do hospital, passamos no refeitório onde o meu pai estava. Ele havia acabado de comer e caminhava na nossa direção. Franziu a testa assim que notou que eu estava acompanhada. — Oi, pai, eu já estou indo embora. — avisei. — E... — olhei para Christopher de relance. Ele parecia bem tranquilo. — Esse é o Christopher. — Ah. — meu pai arqueou as sobrancelhas e analisou Christopher. — Obrigado por vir. — estendeu a mão para ele e enfim abriu um sorriso gentil. — Imagina. — Christopher o cumprimentou com um aperto de mãos firme. — A minha prioridade é apoiar a Dulce. — Fico muito feliz com isso. — meu pai olhou pa

