Que Jungkook adorava provocar seu pequeno até o limite era um fato, mas ele não quis demorar naquilo, ainda mais vendo como o outro reagia. Abocanhou o mamilo pequeno e o chupou, pincelando-o com a língua pra cima e pra baixo, porque sabia que era assim que faria Yoongi apertar as pernas em volta de sua cintura, como ele já fazia. Mordiscou o biquinho pequeno, tão durinho e vermelho pelos ataques. Adorava que Yoongi fosse tão sensível ali, porque amava aqueles m*****s, eram tão lindos e sempre dizia ao namorado que se ele colocasse piercings ficariam ainda mais excitantes, no entanto, não era do estilo do Min ter algo assim, o que o fazia rejeitar completamente a ideia.
— Hmmm... — o menor soltava gemidinhos sem fim. Estava com as mãos atadas na nuca do namorado e o corpo completamente a sua mercê, pendendo sobre a mesa. Não conseguia parar de mover os quadris, mesmo que de forma sutil, fazendo o p*u grosso do outro esmagar o seu naquela calcinha desconfortavelmente úmida. — Aaah! — gritou um pouco estridente e surpreso, logo tornando o tom de deleite.
Min Yoongi apertava os dentes com força e tinha uma expressão de sofrimento que não enganava ninguém, mesmo que ele tivesse acabado de receber uma mordida em seu peito que deixou gravado os dentes de Jungkook ao redor de sua aréola pequena. Ele soltou a nuca a qual se apegava tão forte e apoiou as mãos na mesinha, permitindo que os beijos que recebia fizessem caminho por sua barriga até chegarem dolorosamente próximo a sua virilha. Claro que, como um bom provocador, seu namorado não iria além daquilo e só deslizou a língua naquele ponto para deixá-lo ainda mais arrepiado. Seu objetivo eram as coxas finas que tinha bem diante de si.
Jungkook as agarrou e ergueu, roçou seu nariz na parte interna, se deliciando no aroma gostoso da pele e deixando que sua respiração arrepiasse a arrepiasse por inteira. Sem demora, largou um beijo ali, mas não era qualquer beijo, ele abriu seus lábios e chupou um pouco da pele, terminando com um toque estalado. Como em troca recebeu um gemido angustiado, voltou a repetir o ato tantas vezes que por todo o m****o havia uma marca pequena de saliva. E quando seus lábios estavam perto dos testículos de Yoongi, o mais velho não conteve suas mãos e estas correram para os cabelos negros, como se quisesse conduzir um boquete.
— O que está fazendo? Sabe que não pode. — Jungkook tentou pegar uma desistência clara do outro, mas o rapaz se manteve quieto, apenas o encarando com os olhos cheios de lágrimas e uma mordida no lábio que tentava conter sua vontade de gritar para o outro que queria mais do que aqueles joguinhos.
Porém, Jungkook sabia que já tinha vencido, que ninguém podia ignorar o quão e******o o Min estava, só que ele também sabia que ainda tinha uns bons minutos e ele realmente queria ouvir uma súplica. Aquilo não era mais sobre vencer um jogo, era sobre como ele havia traçado um objetivo no meio dele e não queria parar antes de cumpri-lo.
Com sua mente agitada, o mais novo puxou o Min da mesa, sempre teve muita facilidade em dominar aquele corpinho, e o virou de costas. Yoongi parecia estar ao seu lado, lhe ajudando a executar ainda melhor seus planos. Não tinha uma resistência sequer do homem, ele até mesmo se empinara, encaixando sua b***a na pélvis alheia, facilitando o que Jungkook tinha em mente. Então, ele prosseguiu, encostou o queixo no ombro de seu amante, com a boca bem posicionada na orelha, era bem ali onde ele ia sussurrar tudo o que desejava, enquanto provocava as coxas de Yoongi da forma que o menor mais gostava e, além disso, ele poderia usar seus três pontos de uma só vez. Era o plano perfeito, só tinha que esperar, a súplica viria.
Inesperadamente para todos que presenciavam a cena, Jungkook tirou o pênis duro da roupa e penetrou as coxas macias, as sujando com seu pré-g**o. Suas mãos correram cintura acima, até o peito do namorado, ele o segurou, enquanto seus dedos esfregavam os m*****s e, para finalizar, ele sorriu baixinho na orelha e soltou com seu tom sexy:
— Aperta bem suas pernas, Yoonie, pra eu te f***r direitinho.
O mais velho o obedeceu na hora. O gemido que dominou a sala era como um choro e ele se mesclava muito bem com o som dos golpes que Jungkook dava contra si, seu p*u molhado surrava as coxas que ficavam cada vez mais pegajosas e barulhentas, mas só o dono delas sabia como aquela região estava em chamas.
— p***a, você é tão gostoso aqui, mas seu cuzinho é ainda melhor, mais apertado e guloso. Você sempre me engole e aperta com tanta vontade que só de pensar, eu quero te sujar todinho de p***a.
— E-então faz... — pediu bem baixinho e pelo olhar dele era claro que sua mente já estava distante daquele jogo.
— Fazer? — provocou, beliscando e torcendo os biquinhos.
— É, fode meu cuzinho, por favor. Faz isso, Jungkook, faz agora... — empinou a b***a e rebolou.
— Você sabe que não podemos... — mordeu a orelha e, honestamente, estava a ponto de mandar tudo a merda e fazer a vontade do seu pequeno, que também era a sua. Talvez seu ponto fraco real fosse um Yoongi completamente e******o implorando por seu p*u, ai sim tinha certeza que não conseguia resistir bem.
— S-se você não me f***r agora, eu vou ficar chateado. — virou-se agarrando a camisa do namorado de um jeito ameaçador, embora seu rosto não passasse a mesma mensagem.
Jungkook o abraçou e beijou os lábios, enquanto o menor se agarrava a si, abraçando-o com seu corpo inteiro. Os braços e as pernas, estavam guardando o corpo grande do namorado, inteiro dentro de si. Eles estavam completamente perdidos em seu próprio mundo, mas havia mais do que os dois ali. Taehyung estava a ponto de pedir uma pausa para se aliviar e Jimin estava apenas deixando as coisas rolarem até onde era conveniente para si, por isso em segundos, sua voz tentou separar os dois, porque transarem agora não estava no roteiro.
— Fim do jogo. Voltem aos seus lugares e vamos ver quem será o vencedor.
— Não. — Yoongi o confrontou, sem largar o namorado que roçava a glande no seu cuzinho molhado.
E por mais que aquilo fosse um esforço enorme para si, Jungkook tomou a iniciativa em soltar o namorado e se afastar o máximo que podia, para tentar manter a calma que quase perdera. O grande problema era ter que ficar olhando-o vestido daquela forma, com a pele agora tão suja de prazer e aquela expressão de choro no rosto, de quem não acreditava que estava sendo rejeitado logo por si. Ele bem sabia que não era hora para aquilo, mas seu lado infantil aflorou-se pelo t***o. Aborrecido, o Min desceu da mesa e cruzou os braços, encarando a câmera de Taehyung com um beicinho de pura birra.
— Acho que no fim das contas ambos perderam o controle, mas obviamente um perdeu mais. — por trás da câmera, Jimin encarava Yoongi, que torceu o nariz para si. Em segundos ele checou a enquete que tinha criado no site e anunciou o resultado esperado desde o começo: — Jungkook é o vencedor. Pode escolher seu prêmio.
Ao escutar a fala do produtor, Yoongi pareceu se recordar do que tudo aquilo se tratava. Sorrateiramente aproximou-se do namorado e o abraçou cheio de manha, tentando de alguma forma atrapalhar seus pensamentos e jogar para longe aquela ideia de lhe punir. Em resposta, Jungkook segurou seu queixo e o ergueu, encarando seu rosto com um sorriso cheio de malícia.
— Hora da punição, meu bem. — a fala do Jeon, tirou todo o brilho de esperança no rosto do Min e isso o fez rir ainda mais, ao dominar a cintura alheia e o tomar em seus braços.
— Acho que todos nós sabemos qual será a escolha do Jungkook. — Jimin inflamou as expectativas.
Jungkook foi até a mesa, com Yoongi jogado por cima de seu ombro, como um saco de batatas, e pegou a chibata de ponta mais fina, afinal, muito além das nádegas cheias, queria acertar o buraquinho sedento que precisava de uma punição mais severa. O namorado havia saído de controle a ponto de desobedecer o próprio chefe e pôr o show em risco e nada lhe traria mais prazer do que punir aquela pirraça e ainda fazer com que ele gozasse daquela forma, a qual se opunha tanto.
Com Yoongi nos braços e a chibata em mãos, o mais novo encarou o produtor com um semblante excitadíssimo e perguntou:
— Podemos começar? — o rapaz passou a língua pelos lábios de forma lasciva e sua expressão era completamente diferente de qualquer uma já vista antes, afinal ele estava prestes a saborear um prazer que não sentia há muito tempo.
Jimin encarou aqueles olhos negros, borrados de desejo, com uma expectativa enorme. Aquele talvez acabasse sendo o ápice do show, porque era o que o público mais desejava ver e contava com um número ainda maior de inscritos no perfil do casal, após aquela live se findar. Com um aceno sutil deu toda permissão que Jungkook precisava para prosseguir e agir como quisesse, já que aquele era seu prêmio e sua vontade seria soberana. Confiava no potencial do mais novo para dar ao público o melhor conteúdo já visto.
Com isso, o mais novo pôs o namorado no chão e assim que os pés dele tocaram o piso, com um tom severo, Jungkook usou apenas uma palavra para dar sua ordem:
— Poltrona.
Yoongi não precisava perguntar o que aquilo queria dizer, sabia exatamente como deveria se posicionar para aquela versão severa do seu amável Jungkook. Foi até aquela poltrona esquecida por si e finalmente lhe deu um uso. Debruçou-se sobre o braço e toda a sua parte superior descansou no estofado macio. Com a ajuda do braço do móvel, seus quadris ficavam erguidos, a b***a estava tão arrebitada que era impossível não notar a peça íntima de renda, ainda assim o homem atrás de si — ao menos um deles, já que Taehyung estava bem perto para não perder um momento sequer e Jimin os acompanhava logo atrás — ajudou a melhorar ainda mais a visão. Deslizou as palmas grandes e tatuadas nas nádegas lisas, empurrando a camisa para cima e esta escorregava pela pele, criando uma ótima expectativa para cada centímetro revelado.
— Afasta mais as suas pernas, baby. — a voz de ordem era trêmula, rouca, pesada pelo desejo que nunca se esforçava para esconder.
Em um segundo as pernas finas se separaram e como Jungkook imaginou, as bandinhas se abriram, revelando o cuzinho m*l escondido naquela tira tão pequena enfiada na f***a apertada. Agora ele e todos podiam ver cada mínima reação daquele buraquinho a qualquer toque e assim Jungkook revelaria a todos a farsa que era seu namorado. Que em breve por mais que ele soltasse lamúrias sensuais e dissesse que não gostava daquilo, tudo seria visto naquele ponto, na forma como ele se contraia e pulsava. Conhecia tão bem seu pequeno, que sabia exatamente como ele reagiria, mas Yoongi era sempre uma caixinha de surpresas, então não tirava da cabeça a possibilidade de ter alguma visão extremamente sexy e inesperada.
Com a cabeça girando em pensamentos, Jungkook quis começar a primeira provocação, só para que todos pudessem realmente ver como era aquele cuzinho guloso quando queria mais que tudo ser fodido. Esfregou os dedos em uma das bandas branquelas e em troca o Min se empinou ainda mais, piscando como o esperado. O mais novo riu da reação, satisfeito em receber o que esperava. Não precisava excitar seu amante mais do que já estava. Então, parou a provocação, já havia provado o que precisava e agora só tinha que dar cor aquela pele tão imaculada. Agarrou a calcinha pequena e com um movimento firme e que parecia não demandar muito esforço, rasgou a peça, deixando-a pendurada aos trapos na cintura fina de seu dono, que reagiu com um "Oh!" fraco, que se findava com uma lufada de ar.
Yoongi tremia levemente, odiava esse momento em que Jungkook ficava tão quieto, exalando uma calma imensa e ele nunca podia prever quando seria acertado. Nunca soube dizer se era expectativa ou medo, mas ai seu buraquinho lhe traia e começava a piscar, por saber que estava sendo exposto e invadido pelo olhar sério do namorado. Só de pensar na forma como Jungkook o olhava, cheio de desejo, o fazia endurecer. Isso nunca falhava. Gostava do jeito que o namorado mostrava desejá-lo tanto, gostava da relação que tinham, era doce e apimentada em perfeito equilíbrio.
Apertou o estofado com força e moveu a b***a, tentando instigar o outro a parar com aquela tortura de sua quietude. E como imaginava o mais velho, atrás de si, Jungkook analisava a posição do corpo diante de si. Yoongi era sexy pra c*****o quando se submetia daquela forma e usava aquelas roupas. Seus olhos percorriam a pele perolada, os íntimos corados e tentava se decidir onde o estimularia primeiro. Tocou a chibata no cuzinho e o esfregou, lembrando de momentos atrás quando o pequeno enfiou uma de suas parceiras para dentro de si e a cuspiu para fora, ao atingir seu orgasmo.
— Hmm... — recebeu do menor, que forçou sua b***a contra o objeto de couro, como se lembrasse da sensação de tê-lo dentro de si e quisesse repetir.
Por maldade ou não, o Jeon apertou o objeto contra o cuzinho, o forçando um pouco, mas sem penetrá-lo, só atiçando ainda mais a vontade que o outro parecia ter e apesar de ter planejado passear mais o couro pelo corpo do rapaz antes de qualquer golpe, não resistiu e com um movimento rápido, inesperado por todos, ergueu a chibata e acertou em cheio no buraquinho pulsante, quando voltou a baixá-lo.
— p***a! — a voz do Min ressoou e Taehyung boquiaberto filmava como o pênis do menor escorria, tendo sua glande encostada no tecido macio da poltrona.
— Alguma objeção? — Jungkook provocou, só porque sabia que não teria. Não era pelo show nem nada, ainda era válido para seu querido que usasse sua palavra de segurança, mas duvidava que após perder um desafio Yoongi o faria, isso feriria seu orgulho.
— É só isso que tem aí? — escolheu provocar, enquanto apertava contra e escondia o rosto no estofado.
Em resposta ouviu uma risada que fez todo seu corpo enrijecer. Sem se deixar abalar visualmente, o mais novo voltou a deslizar a chibata nos quadris do Min. Estava pronto para fazer aqueles minutos muito difíceis para seu pequeno. Passou o açoite em seus testículos, fazendo uma massagem gostosa que faziam os gemidos mais manhosos do parceiro dominarem o local, assim como sua b***a rebolar com mais vontade. O levou para o meio das pernas e o melecou na ereção tão firme e ensopada. A seguir foi às suas coxas, acariciando com aquele couro molhado a parte interna que era sensível e fez o outro se empinar ainda mais, chamando seu nome baixo.
E quando teve a certeza que a mente de Yoongi estava longe, o recordou que aquilo não era simplesmente um agrado s****l, era uma punição por ter perdido o jogo.
— Aaawn! Jungkookie!! — reclamou, sentindo as coxas arderem.
E antes que pudesse pegar seu ar de volta, recebeu mais em suas nádegas, que começavam a arder também, e no cuzinho que foi o primeiro a receber um consolo, com uma massagem breve.
— Não esconda seu rosto, Yoongi. — disse firme. — Deixe que vejam como você tenta fingir odiar isso.
E obediente como sempre, o Min levantou o rosto, que tentava esconder no estofado. Com um toque no ombro, Jimin alertou Taehyung do que devia fazer. E do buraquinho maltratado, o close da câmera foi para o rosto banhado em lágrimas, ainda assim corado e ofegante. Os olhos felinos tinham um ar ainda mais preguiçosos e tudo naquela imagem era tão sexy e fofo ao mesmo tempo, porque Yoongi tinha aquele rostinho pequeno e redondo, com seus olhinhos, boquinha e nariz, tão gracioso, como uma obra de arte.
Mas aquela não era toda a verdade e Jungkook iria lhe desmascarar agora. Maliciosamente ele iniciou uma série de açoites nas nádegas rechonchudas e todos agora podiam ver porque Yoongi escondia sua expressão com tanto empenho.
O mais velho abria bem sua boca e soltava seu lamento de forma nada convincente. Seu corpo inteiro tremia e ganhava um tom avermelhado, ele esfregava a língua nos lábios e respirava pesado, deixando a saliva escorrer pelo queixo, enquanto suas mãos massacravam o móvel no qual se apoiava. Não era uma cara de quem desejava de alguma forma que aquilo acabasse, era exatamente o oposto, o pequeno queria mais, ele queria gozar e seus quadris batiam contra o braço da poltrona, aumentando o atrito entre seu pênis melecado e o móvel.
— Você não pode gozar. — Jungkook o alertou, vendo como mais uma vez tirou seu amado do controle total.
— E como vamos saber que acabou? — choramingou. — Não nos deram tempo...
— Eu sei quando vai ser o suficiente. — falou tão conciso que aquele que abriu os lábios e tremeu de excitação foi Jimin, ao pensar na mina de ouro que era aquele jovem.
Jungkook fora bom desde o seu início na empresa. A primeira vez que o viu achou que sua boa aparência renderia algo, no entanto, como cam boy solo, o jovem conseguiu trazer mais telespectadores do que o esperado para o site e desde que começara a sair com Yoongi e o trouxera para esse ramo acidentalmente, as coisas foram além de qualquer expectativa que teve ao aceitar o formulário, daquele rapaz tatuado, há anos atrás.
Taehyung também tremia, mas como sempre pelo desejo que sentia por Yoongi. E agora ele estava bem de frente àquele rostinho bagunçado de prazer, novamente com uma ereção desconfortável presa em seus jeans, pensando que daria o mundo para enfiá-la naquela boquinha pequena e ter aquele olhar, não para a sua câmera, mas para si. Precisava urgentemente de um intervalo para se aliviar de novo ou enlouqueceria. Yoongi não parava de choramingar e implorar. Jungkook era tão mau torturando o pequeno assim, era o que o cineasta pensava, e sentia tanta inveja dele, mas no momento se sentia agradecido, por ele ter aquele domínio tão intenso sobre o Min, que se forçava até o seu limite para não desobedecê-lo, segurando seu g**o. Seu rosto parecia ainda mais adorável, mesmo que fosse lascivo.
Infelizmente tinha que deixar aquele ângulo e focar onde realmente importava aos inscritos. Taehyung se posicionou com sua câmera atrás de Jungkook e mostrou a todos como o buraquinho do passivo estava maltratado. Como se estivesse esperando aquele momento, Jungkook começou a açoitar aquele ponto, sem dar trégua e quando parou — não menos de 5 chibatadas depois — o local estava avermelhado e um tanto inchado. Deu um zoom nas nádegas avermelhadas, na entrada que se contraia exigente.
— Esse é o modo correto de usar esse brinquedinho. Entendeu, Yoonie? — perguntou, o esfregando no local recém punido, como sempre fazia.
Em resposta teve apenas um muxoxo baixo e aquele era o ponto que precisava para continuar com seus planos.
— Agora está bom. — acordou todos os presentes daquela tensão s****l e ninguém entendeu exatamente o que ele quis dizer. Principalmente o namorado que não havia gozado ainda e estava desesperado por isso.
— Não fode comigo — xingou, empinando bem a b***a, para deixar claro que independente do que o outro dizia, aquilo não tinha acabado.
O riso debochado encheu o local, enquanto o rapaz passava os dedos desenhados pelo buraquinho inchado, resultado das chibatadas no local.
— Não fica bravinho, amor. — disse soltando o objeto no chão. — Sabe que apenas bons garotos gozam, certo?
— S-sei. — respondeu, sentindo os dedos lhe invadirem devagar e começarem rapidamente o vai e vem que tanto precisava em seu interior. — N-não acha que eu sou bom, Jungkookie? — tentou ser o mais manhoso possível, só para ganhar o que queria.
No entanto, Yoongi não fazia ideia dos planos que seu namorado já havia traçado para si. Então, sem nenhuma resposta, pois Jungkook não julgava necessário, quando seu corpo já entrava em ação, o rapaz abaixou-se e removeu os dedos do buraquinho quente. Agarrou as nádegas, afundando seus dedos tanto quanto podia na carne macia e o deixou aberto até seu limite. É claro que aquele ângulo, que Taehyung chamava mentalmente de benção, não iria escapar de sua lente. Os bipes de notificações se tornaram incessantes no local, que se não fosse por isso e a respiração forte de Yoongi, estaria jogado em um completo silêncio.
Sem mais criar qualquer expectativa, para Yoongi ou aos telespectadores daquela live, Jungkook afundou seu rosto entre as bandinhas e largou um beijo no cuzinho que se contraiu ao toque. Não fora qualquer beijo, era um profundo, com o toque dos seus lábios pela região rugosa e sua língua afoita tentando invadir o aperto.
Yoongi soltou um gemido de gratidão e rebolou os quadris, mostrando como era impaciente ou como seu namorado era habilidoso lhe dando aquele tipo de beijo. Muito provavelmente era a segunda opção, porque ele massacrava seus lábios e afundava o rosto no estofado, deixando que seus gemidos fossem os únicos a ditar o grau de seu prazer. No entanto, os olhos mais atentos veriam como suas pernas tremiam, como seu p*u manchava a poltrona e como seu corpo estava se tornando violentamente vermelho. Era como se...
— Eu não disse que pode gozar, Yoonie. — a voz de Jungkook o alertou e uma palmada seca em sua nádega direita concretizou a ordem.
— Mas eu quero, Kookie. — e agora não era mais uma questão de tentar ser manhoso, ele realmente estava, mas era submisso demais às vontades de seu parceiro.
Então mesmo que estivesse louco para gozar e que segurar estivesse se mostrando uma tarefa impossível, fez o seu melhor para não decepcionar o outro e até se agradeceu mentalmente por ter resistido ao impulso de agarrar aqueles cabelos negros, que sabia serem macios, e o prender entre seu rebolado desesperado. Além do mais, não podia negar adorar aquele tipo de jogo. Jungkook sempre levava seu corpo ao limite e não houve uma vez sequer que se colocou nas mãos dele, que não tivesse alcançado o êxtase mais sublime.
Estava perdido nesses pensamentos de obediência e prazer, quando seu corpo estremeceu, dos quadris para baixo. Uma das mãos grandes que lhe arregaçava as nádegas, agora passeava por sua coxa e ao perceber o que viria daquela ação choramingou. Os dedos longos cobriram sua glande e a palma esfregava de modo firme seu comprimento, fazendo-o não dar uma pausa sequer nos gemidos. E até mesmo Jungkook — por mais que sentisse prazer naqueles jogos, onde dava prazer ao seu pequeno e ele o obedecia tão passivamente — concluiu que aquilo finalmente era o suficiente e com o mesmo tom firme do começo da brincadeira suja, ele libertou:
— Você foi um bom garoto, hm. Agora goza pra mim, meu amor. — e m*l essas palavras deixaram seus lábios, a p***a quentinha do Min fez o mesmo e espirrou para fora de sua ereção.
Jungkook ainda movia sua mão, espalhando aquele g**o sem muita consistência por todo o m****o que perdia a rigidez com velocidade e o corpo do Min estava completamente molenga sobre a poltrona. Para completar a imagem tentadora que era seu pequeno após um orgasmo dado por si, da maneira que julgava ser correta, ele passou a mão molhada na b***a branquinha, lhe dando um brilho obsceno. Logo em seguida beijou a lombar e foi subindo aquele carinho doce pelas costas trêmulas. Ao alcançar seu pescoço, segurou-lhe o queixo e o obrigou a encará-lo. Queria ver na expressão libidinosa do namorado, o resultado real de seu feito.
Estava tudo ali. Os olhos que já eram pequenos, estavam ainda menores, molhados de lágrimas, assim como suas bochechas avermelhadas. A boquinha não conseguia fechar-se, por ele inspirava e expirava constantemente e seu peito subia e descia, completando a ação. Jungkook o pegou no colo e ele o agarrou, roçando o rosto em seu pescoço. Não tinha outro lugar que o Min quisesse estar agora que não fosse bem ali, nos braços de quem amava. E naquele instante tudo o que Jungkook queria era levá-lo para o quarto e dar mais uma boa dose de prazer ao rapaz, queria fazer outro tipo de sexo com ele, com seu p*u sendo acomodado no delicioso cuzinho que havia acabado de chupar. No entanto estavam trabalhando, ainda que fosse extremamente prazeroso, era trabalho e sabendo disso apenas fez o pedido que podia:
— Intervalo? — seus olhos foram até Jimin.
E com Yoongi como estava — com a calcinha rasgada, a boca borrada daquele vermelho que a havia pintado e a pele cheia de vestígios do que ocorrera — não havia como negar. Com um tom seguro, a voz do Park deu a permissão. Enquanto o casal se retirava para o quarto, Jimin comentava a respeito da punição formidável de seu colega de trabalho e fazia um pouco de propaganda, sem perceber que Kim Taehyung também necessitava urgentemente de um intervalo para usar com sabedoria aquelas imagens tão frescas em sua memória.