Episódio 11

1238 Palavras

Não tenho nada a dizer, acho que ouvir a voz dele falar de dor como um tipo de prazer desconhecido para mim, eriçou todos os meus sentidos. Ele me pegou pela cintura e gentilmente me abaixou do balcão. Ele me dá um beijo terno nos lábios e, em seguida, com agilidade me vira e coloca a minha bun*da na sua virilha. Eu empurro o meu ra*bo de cavalo de lado e foco os meus olhos no seu rosto de um homem pervertido para morrer. As minhas pernas tremem e as pequenas queimaduras criadas pelo cigarro continuam queimando, mas é suportável. — Vou penetrar você e, ao mesmo tempo, vou te dar pequenos toques com o meu cigarro… — Isso... isso pode... Tentei responder, mas a ponta do seu pa*u toca a minha bu*ceta. — Vai doer. Ele me segura pelo ra*bo de cavalo para que eu me incline para o seu rosto.

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