capítulo 3; ainda não se apagou.

1948 Palavras
CATHARINA XAVIER: Olho para os 1,90 de músculos ao meu lado, e mesmo querendo mata-lo por esta tentando me fazer casar com ele contra minha vontade, ainda sinto aquela bobagem no meu estômago, quando ele sorri, porém prefiro acreditar que seja fome, ou gastrite. — cara de sorte, mesmo inconsciente tirou sua pureza. — sorriu pensativo, e fechou os olhos por um instante. Um belo i****a de sorte. Todos temos àquela ou aquelas paixão adolecente, e o homem ao meu lado, foi a minha. Enquanto ele desfilava com uma mulher diferente a cada dia, eu era a adolescente gordinha e apaixonada, que tentava a todo custo chamar a atenção do cara mais velho. Pirralha! Bombozinho de morango! Maninha! Flor de cerejeira! E vários apelidinhos "fofos" que ele me dirigia, me fez ver que, por mais que tentasse, jamais seria algo a mais para ele. Então começou uma raiva por não tê-lo. Começei a fazer a vida dele, e das suas "companhias" um inferno. — diaba? — virei meu rosto para encara-ló, já chegando a sua fazenda. — o que quer? — questiono fria. Sobre ele me chamar de diaba, eu já me acostumei, e até gosto como soa sexy. Claro que jamais admitirei tal sandice, em sã consciência. — como vai ser, em relação ao casamento. — suspiro exausta, e aperto o pé no acelerador do carro. — calma diaba, vamos falar disso com calma. — da um sorriso amarelo e assustado. Estava tentando esquecer ou relevar essa "proposta" absurda de casamento, porém ele faz questão de relebra-la, ativando novamente minha fúria. — cala a boca desgraçado. — rosno irritada, e vou o mais rápido até estacionar em frente a grande casa amarela. — estou caladinho. — resmunga, e faz movimento de zíper nós lábios, quando encaro ele irritada. — se você morrer enquanto formos casados, para quem vai seus bens? — encaro o homem ao meu lado, enquanto deslizo minha mão com carinho, sobre o painel do carro. — pa..pra você. — gagueja me olhando. — esta pensando, em me m***r? — abre devagar a porta do carro, pulando com rapidez. E sério que ele está com medo? ಡ ͜ ʖ ಡ — tenho motivos? — dou um sorriso m*****o, e ele engole em seco. — por quê você inventou isso de casar comigo? — pergunto dando a volta no carro e o encontrando pensativo. — não é óbvio? — arqueia uma sobrancelha, e sinto meu coração acelerado, imaginado bobagens. — não posso deixa-la casar com qualquer um Kathe, você sempre vai ser a nossa pequena, independente de que já esteja esse mulherão gostosa da p***a. Talvez a Kathe adolecente ainda esteja mais viva do que imaginei, porque o que eu queria realmente ouvir ele falar, era; porque eu gosto de você peste, porque só eu posso toca-la e fazer minha. Muito diferente da realidade. — vou ligar para o Sebastian vir me buscar. — murmuro tentando mais uma vez ligar para meu irmão, que não atendente. — levo você em casa. — Max avisa parando no início da escadaria. — ou pode dormir aqui, minha cama e bem grande. — da um sorriso s****o, me olhando dos pés a cabeça, e levanto o dedo do meio para ele. Odeio que ele fique jogando essas cantadas e indiretas, "muito diretas" por sinal, se a dois minutos estava falando que eu seria para sempre a pequena dele, e do meu irmão. "Mesmo eu sendo uma gostosa da porra." — prefiro ir para casa. — respondo sem encara-lo. — dividir qualquer mínimo espaço com você, é sacrifício fora do meu limite, para uma só vida. — também não faço a mínima questão, porém é meu dever de cavalheiro, oferecer ajudá-la. — levanto meu olhar para ele, querendo rir. — você chega no máximo, a ser um cavalo falante, cavaleiro ja é forçar muito a barra. — debocho, voltando a atenção a tela do celular, e ligando mais uma vez. — vem Kathe, o Sebastian deve esta enfiado entre as pernas de alguma mulher, e esqueceu de você. — reviro os olhos, sabendo que isso pode ser verdade. — que irresponsável, eu avisei que não esquecesse o celular. Poderia esta agora mesmo em perigo, e ele nem atende essa porcaria. — reclamo indignada com o desleixo do meu irmão. — no restaurante, mandei uma mensagem para ele, dizendo que estava comigo. Ele sabe que você vai ficar bem, e em segurança — reviro meus olhos com vontade com essa informação. — eu sei que isso é irônico pra caramba, porém ele confia em mim. — não sei se meu irmão e burro assim desde que nasceu, ou fez cursinho com você. — debocho sarcástica, começando a subir os degraus, passando a frente do Max. — esta com você, não garante a minha segurança, nem a sua. Somente hoje, já furei seu braço com um garfo, dei um soco do seu olho, e você está tentando me forçar a casar. — sinto minha b***a queimar, enquanto ele se mantém em silêncio. — você pode ser morto por asfixia enquanto dorme, ou até mesmo fodido até perde os movimentos. — ele está tão entretido com a minha b***a, que nem responde. — claro, tudo bem. — sua voz sai meio arrastada. Me abaixo desatando a minha sandália. Sei que minha b***a está todinha de fora. Ele rosnou. Parece que o garanhão, não é imune a mim. Não, que eu não soubesse, mas ele não me deseja como eu um dia quis. Seu desejo é apenas momentâneo. Talvez, eu aproveite seu desejo momentâneo, e me sacie dele. O use para meu prazer. Só tem uma regra Kathe; guarde sua versão adolecente apaixonada no fundo da gaveta, porque amanhã, você não passará de mais uma f**a para esse homem. — tudo bem Max? — tiro os pés da sandália, abaixando mais uma vez para apanha-las. — Máximos?! — chamo me virando, e vendo ele desconcertado, arrumando o belo volume na calça jeans. Umedeço os lábios. Delícia! — s...sim. — responde rouco. Sorri e caminho até a porta, ele abre e entramos em silêncio. A casa esta diferente da última vez que vim aqui. Esta mais feminina. — você mudou um pouco as coisas aqui. — comento reparando nas grandes cortinas estampadas nas janelas de vidro. — ela está mais aconchegante, parecendo um pouco mais um lar. Sofá com almofadas em variadas cores sofisticadas e neutras. Tapete fofinho. Tudo casando muito bem com os móveis antigos e rústicos. Moraria aqui fácil, agora que deixou de parecer um estábulo, com produtos da fazenda bagunçados por todos os lugares, mesmo havendo lugares apropriados para guarda-los. — esta foi a intenção. — diz um pouco nervoso. — quer beber algo, ou quer logo ir pro o seu quarto? — uma cerveja. — respondo indo em direção a TV e ligando. Ele também tem a mesma liberdade na nossa casa, e mesmo que tenhamos passado três anos sem nos vermos direito, apenas em alguns feriados e festas, ainda tenho essa liberdade. Estou a quatro meses na fazenda, e confesso que tenho fugido da sua presença, não gosto das reações que ele me causa, mesmo depois daquela boba paixão esta adormecida. — sua cerveja. — sua voz grave me tira dos meus pensamentos, e perco um pouco o fôlego ao vê-lo usando apenas sua calça jeans. — pode tocar se quiser. — sorriu convencido, enquanto recebo a cerveja. Olho sem nenhum pudor para seu corpo. Ele é magro, e com músculos definidos. Bonito, uma delícia. E se ele pensa que mandar toca-lo, me deixaria envergonhada ou algo parecido. Se enganou f**o infeliz. — sim, eu posso. — murmuro deslizando as unhas por seu peito, e sua barriga esculpida. — você e uma delícinha Max. — inspiro seu cheiro inebriante, e desço minha mão até o volume que ele ostenta na calça. — e tem um belo pacote aqui. — enchi minha mão com aquele musculo duro, e sorri ao vê-lo respirar descompassado. — diaba... — ele murmura entre os dentes. — quer me enlouquecer, minha diaba? — pergunta levando uma de suas mão entre meus cabelos, e apertando com força, me obrigando a encara-ló. — tenho uma proposta. — mordo o labio sentindo minha i********e contrair, apenas por tê-lo assim. Perto. Forte. Me fazendo cativa. — o que seria diaba? — desce sua boca para o meu pescoço, e deixa beijos molhados pelo espaço. — sua pele é uma loucura, de cheiro e sabor. — elogia inspirando profundamente, por entre meus cabelos. — uma noite, e você esquece esse negócio de casamento. — proponho, e vejo seu olhar vacilar. — sei que me deseja Max. Vejo como me olha. Você me quer na sua cama, me fodendo com força. — passo minhas unhas por sua barriga, subindo para o seu pescoço. — diaba! — rosna no meu ouvido, me fazendo ficar ainda mais molhada. — c*****o, vou me arrepende se aceitar isso. — vamos Max, minha b****a está pulsando por você. — passo minha língua sobre seu peito, subindo em direção ao seu pescoço. — uma noite inteirinha, me fodendo de todas as formas possíveis. — não faz assim... — implora parecendo está em uma guerra interna. — por favor, diaba. — não estou fazendo nada demais. — abraço sua cintura, e deslizo as unhas por suas costas. — porém não n**o que minha b****a está doendo para sentir sua boca gostosa, provando cada milímetro dela. — Max acaricia meu rosto, e lambo seu dedo, sugando o mesmo para minha boca. — quero fazer o mesmo com seu p*u. — prometo descendo minha mão até seu m****o, e dando uma leve apertada. — aceito diaba tentadora. — responde de um fôlego. — mas não quero que case-se com nenhum outro. — assevera serio. — então me faça sua... — peço em ronronar desejoso. Sinto sua boca se apossar da minha. Suas mãos aperta meu corpo em todos os lugares. Sua pegada e dura, com força, deixa minhas pernas bambas. Me faz tremer na base. — quero aproveita você muito bem, m***r toda minha vontade essa noite. — em um movimento minhas pernas estão em volta da sua cintura, e ele morde meus labios e os suga com desdepero. — Max... — seu nome sai em um gemido abafado. — sim minha diaba?! — ele caminha com pressa, subindo as escadas, com suas mãos grandes cravadas em minha b***a. — vou fazer você gritar que é minha a noite toda. — rosna no meu ouvido, enquanto me deita sobre a sua cama. Posso está fazendo a pior m***a da minha vida, porém quero me livrar de uma vez por toda desse desejo insuportável que sinto por esse i****a, e fodendo com ele até não aguentar mais, talvez me faça parar com essa loucura. — é o que veremos. — encaro seu corpo delicioso, com um sorriso nós lábios. Somos bipolares ao extremo, porque a menos de uma hora, estávamos querendo nos matamos, de todas as formas mais macabras que existe, todavia nesse momento, estou babando por sua barriguinha esculpida, como um cachorro por um osso. Quero provar essa delícia de homem todinho. — você não imagina o quanto já te imaginei assim sobre minha cama. — confessou me deixando alguns segundos espantada. — não me faça se arrepender... — peço não gostando desses seus joguinhos de "apaixonado". — não farei minha diaba. — prometeu me olhando de forma quente. Enfim verei do que o tão disputado Máximo Casteline é capaz. Quero aproveitar cada segundo com ele, porém não pretendo desistir de casar com alguém, para desbloquear minha herança, porque não conseguirei descansar, sabendo que estou devendo dígitos tao altos ao Max.
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