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915 Palavras
Capitulo 87 Antonella narrando Ele tinha descido para comprar algo para comer e eu mexo no porta luva encontrando uma arma, eu acho estranho encontrar uma arma em seu porta luva e começo a desconfiar ele, na mesma hora vejo que a arma está carregada e começo a procurar por alguma inicial até que vejo a inicial das armas que iam para a Santa Marta, eu pego a arma e coloco na minha bolsa. — Porque você a matou? – ele pergunta enquanto a gente já tinha andando muito, eu estava extremamente cansada. — Ela tentou me m***r – eu olho para ele. — Porque? — Eu estou grávida – ele me encara — De quanto tempo? – ele pergunta — De quase nove meses. — Como isso é possível? – ele me encara — Eu nem sei se essa criança vai sobreviver quando nascer – eu respondo – ele está com pouco peso – uma lagrima desce em meu rosto. — Você deveria ter me contado – ele fala – eu jamais te deixaria ali. — É complicado – eu falo para ele – como iria te dizer algo , assim? Eu pedi ajuda a minha mãe e ela me expulsou, meu irmão de dez anos vai me odiar para o resto da vida, você tem noção disso? — Talvez você tenha dado um livramento a ele – ele fal ame encarando – vai saber que tipo de mãe que ele era para ele. — Estamos onde? – eu pergunto — Entrando em Minas – ele fala — Estamos indo para onde? — Para o Rio – ele fala — Não – eu respondo e ele me encara – eu não posso ir ao Rio, para o caminhão agora! — Eu não vou parar o caminhão, nos vamos para o Rio. — Eu já disse eu não quero ir para o Rio de Janeiro, você está s***o? Ele para o caminhão em uma área de descanso, tinha outros carros também. E eu olho para ele e ele me encara. — Vamos dormir aqui hoje – ele fala – é o melhor a se fazer e amanhã seguimos. — Eu já disse que não vou ao Rio, eu preciso proteger essa criança. — E eu preciso saber por qual motivo, você não quer ir ao Rio de Janeiro – ele afirma me encarando – fica difícil te ajudar, se você não me conta nada – ele fala nervoso e eu o encaro. Eu começo a perceber que talvez eu tinha um inimigo ao meu lado. Capítulo 88 Rodrigo narrando Eu a encaro nervosa e ela me olha respirando fundo, ela sai de dentro do caminhão e eu vou atrás dela, ela começa a vomitar e eu pego uma garrafa de água. — Você jamais me entenderia se eu contasse a verdade, até mesmo me deixaria aqui abandonad.a — Porque? Você é uma assassina? — Eu matei a minha mãe – eu olho para ela – isso não seria um motivo para você não me querer levar com você? — Eu te tirei de onde queriam sua cabeça – eu falo olhando para ela – nem carreguei minha carga, te coloquie no caminhão e te trouxe comigo. Isso não é motivo para confiar em mim? — Eu sou uma v*******a, uma p**a barata como ela me disse de eu m***r ela – eu a encaro – eu não mereço o respeito de ninguém, eu já prejudiquei vidas de mais. Eu vou seguir minha vida daqui sozinha. — Não você não vai – ele fala – eu não vou deixar. — E quem é você para m eimpedir? Você não sabe nada de mim. — Eu sei tudo sobre você Antonella –eu falo e ela me olha com os olhos totalmente arregalados – Muito mais do que você imagina, eu sei sobre sua família, seu pai, suas irmãs. — Bem que eu desconfiei que você era de mais para um simples caminhoneiro – ela me encara. — Vamos conversar – eu falo para ela — Não tem conversa – ela tira a arma da bolsa a arma que eu tinha escondido dentro do porta luva – você quer me m***r, quer me levar para Toco, Nolasco seja quem for. — Você não sabe das minhas intenções. — Eu sei sim – ela fala – Rodrigo, agora eu entendo quem é você. — Entende? – eu pergunto — Você estava no dia do incêndio quando as minhas irmãs morreram – ela fala me encarando – você estava lá – ela me olha com outro olhar – você colocou fogo, você queria nos m***r. — Sim – eu respondo para ela – essa era a intenção aquela noite, porque seu pai matou minha mãe na maior crueldade, ela tirou minha mãe de mim e de Carina. — Você é irmão daquela v*******a? — A gente precisava tirar algo do seu pai – eu falo – Nolasco matou seu pai, para fidelizar a aliança que o casamento dele com minha irmã traria, meu pai é um homem poderoso, Nolasco precisava dessa aliança. Ela levanta a arma e aponta para mim e atira em mim, me fazendo cair no chão na mesma hora, as pessoas que estava ali se assustam e ela sai correndo, apontando a arma para uma pessoa que estava stentando entrar no carro, ela entra no carro e sai a mil. Capítulo 89 Antonella narrando Eu saio totalmente sem rumo, não sabia nem certo o que eu
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