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1908 Palavras
Capítulo 42 Carina narrando — Nolasco – eu falo entrando na boca e ele me encara. — O que quer aqui? – ele pergunta – já disse que a gente conversava depois. — Vamos conversar agora – eu falo para ele e ele me encara – o que está fazendo nesse morro? — Você sabe que sou chef da facção, estar aqui no morro da Santa Marta é uma função minha. — Cadê o dono daqui? — Preso – ele fala – até que eu mude de ideia. — Entendi – eu falo – mas, quero falar sobre nós. — Carina, você não deveria ter voltado. – ele afirma — Eu sou sua esposa, nos temos três filhos, você queria que eu ficasse lá para sempre te esperando? Faz um ano Nolasco, que você me nrola dizendo que vai embora e não vai. — Lá é o melhor lugar para você e os nossos fihlos, aqui vocês toods correm perigo – ele fala — E eu vou fingir que você está preocupado com a nossa segurança – eu falo nervosa — Eu sempre tive. — Mentira ! – eu afirmo – se você tivesse, você saberia que o melhor lugar é estando ao seu lado e você ao lado da sua família. — Tudo bem, você voltou – ele fala me encarando – não vamos discutir. — E como fica? – ele me olha — Como fica o que? — A gente vai ficar naquela casa junto daquela loira oxigenada? – eu pergunto para ele e ele me encara. — Antonella? – ele pergunta — É – eu respondo – vamos ficar lá? — Vamos – ele afirma – até a gente ir embora, vamos ficar lá. — Você só pode estar de brincadeira, eu não vou ficar no mesmo lugar que uma de suas amantes, ainda mais os seus filhos, toma vergonha na sua cara Nolasco. — Então pode ir embora – ele fala me olhando – é isso ou é nada. — Deixa que eu resolvo do meu jeito – eu falo para ele e ele me encara – mas depois não reclame. — Antonella não é as outras – ele fala — Você deveria ter vergonha na sua cara – eu falo dando um t**a em seu rosto – e honrar a sua esposa e os seus filhos, seu traficante de m***a. Eu saio com raiva de dentro da boca, estava tão nervosa com tudo, como fui cair na lábia desse filho da p**a, achar que ele realmente iria embora comigo. Mas não iria ficar assim, eu não iria aceitar ficar no mesmo teto que aquela mulherzinha baixa, eu entro dentro daquela casa e encontro ela na cozinha. — Arruma as suas coisas e sai dessa casa – eu falo para ela que passava a manteiga no pão, ela me olha com um sorriso debochado – você scutou? – ela continua passando a manteiga no pão lentamente me encarando – eu vou te dar alguns segundos, caso ao contrário eu te coloco para fora sem nada. – ela começa a rir da minha cara. Capítulo 43 Antonella narrando Eu olho para ela e começo a rir, eu sabia que em um momento isso ia acontecer, ainda mais com Nolasco no comando , a corna com certeza iria querer cantar de g**o alguma hora. — Essa é a minha casa – eu falo para ela – quem deve sair daqui é você e seus filhos, se está se sentindo incomodada. — Não é mais sua casa – ela fala se aproximando – seu marido es´ta preso, Nolasco é o dono do morro, automaticamente essa casa é nossa. – eu começo a rir — Eu vou te dizer uma coisa – eu falo largando meu pão e a faca – eu não tenho medo de você e nem mesmo do Nolasco e ele já entendeu isso. — Você está se achando porque ele está te comendo? – ela pergunta - sua c****a. — Ai que está meu amor, não é eu que estou me envolvendo com ele e nem ele que está me comendo – eu olho para ela sorrindo – é ele que corre atrás de mim que nem um cachorrinho, é a c****a aqui que come ele. — Você é uma v*******a – ela fala e eu começo a rir – vai embora daqui é uma ordem. — Ué, você disse que se eu não sair você me tira – eu olho para ela – estou esperando você vir me tirar. — Você não sabe com quem está falando – ela fala – eu sou a Clarissa a fiel do novo dono do morro. — E daí? – eu olho para ela – É aquela coisa Carina, tem mulheres que são fiel d everdade, respeitada pelo morro, pelos maridos e tem você – ela me encara – que é jogada no outro lado do país, que não sabe nem onde estar o marido, aceita ser corna e quando chega vem querer cantar de g**o para cima das mulheres, sendo que o culpado é seu marido. Até porque, ninguém aqui dentro sabia que ele era casado. — Mas agora sabe – ela fala – e eu não vou aceitar ficar aqui dentro com você., — A porta é a serventia da casa, vaza – eu olho para ela e ela me encara – vaza daqui agora se você está se sentindo incomodada, porque aqui dentro, quem manda sou eu. — Quem vai embora daqui é você – ela fala vindo para cima de mim e tenta pegar em meus cabelos Eu a empurro e bato ela contra o armário, eu pego ela pelos cabelos e a empurro pela casa, abro a porta e jogo ela no lado de fora, escurraçando ela no chão. — v*******a – ela fala se levantando – v*******a. — Corre lá, fala para o teu macho, vamos ver quem ele vai defender – eu falo para ela. — Não preciso correr para o meu macho – ela fala – eu resolvo meus BO sozinha. Ela parte para cima de mim e até pega em meus cabelos mas eu dou um soco em seu rosto e a derrubo no chão, vou para cima dela e ela tentava arrancar os meus cabelos enquanto eu batia nela, Salve me puxa de cima dela e Ryan segura ela. — Sua v*******a – ela fala e vejo que seu rosto está sangrando. — Eu não tenho medo de você , de ninguém Carina – eu olho para ela – atravessa no meu caminho, que não vai sobrar nem tuas cinzas. – eu faço Salve me largar e ele me encara. Eu entro para dentro de casa e vou para o meu quarto. Capítulo 44 Nolasco narrando Carina entra que nem um furacão dentro da boca, e eu fecho meu notbook com tudo, estava quase chegando nas contas que foram desviado o dinheiro. — Eu quero aquela v*******a fora do morro – ela fala me encarando – você entendeu? – eu olho para ela e vejo seu rosto machucado e vejo que só podia estar falando da Antonella. — O que aconteceu? — Eu quero ela fora do morro – ela afirma – você entendeu Nolasco? — Eu disse para você não arrumar confusão p***a – eu falo dando um soco na mesa – qual é a parte que você não entendeu c*****o? — Eu disse a você que resolveria do meu jeito. — Estou vendo a forma que resolveu, só me deu mais trabalho , mais trabalho p***a! — Vai e resolve isso – ela fala — Carina, eu já disse que não vou colocar ela para fora. Eu preciso de Antonella aqui dentro do morro, você entendeu? – ela me olha — Você não vaid eixar ela aqui. Então vamos sair daquela casa. — Também não vamos – eu afirmo e ela me olha com raiva – a gente vai ficar ali e ponto final. Se você voltou, você voltou por sua conta. — Eu sou sua mulher, os teus filhos, você acha justo isso? - ela me encara – eu vou falar com meu pai. — Eu resolvo com Antonella – eu falo para ela e ela me encara – mas, precisamos ficar na mesma casa, porque preciso descobrir coisas lá dentro. Ela me olha com raiva. — Eu quero que você coloque ela no lugar dela – ela fala – se não, o negocio vai ficar f**o. Ela sai do morro e eu respiro fundo, fecho meu notbook e vou até em casa, vou até o quarto de Antonella. — Abre a porte Antonella – eu falo batendo na porta com força – Antonella abre essa porcaria da porta agora – eu dou vários socos – agora, c*****o. Ela abre a porta apenas de sutiã e calcinha. — Está me procurando Nolasco? – ela fala enrolando os fios de cabelo em seus dedos e me encarando com uma cara de inocente. Ordinária. Capítulo 45 Antonella narrando Ele me empurra para dentro e tranca a porta, ele tira a arma da cintura e a ponta no meu pescoço. — Você sabe que eu fantasio já isso na minha cabeça né? – eu pergunto para ele. — Cala a p***a da tua boca, o que você quer arrumando confusão com a Carina? — Ela que veio querendo me expulsar da minha casa – eu respondo e ele me encara – eu estava na cozinha, passando o requeijão no meu pão e a sua mulher chegou lá querendo me expulsar da minha casa. Você sabe que mesmo você se tornando a p***a do dono do morro, você não pode me expulsar, porque até então você só ficou no comando porque Toco foi preso, então você sabe que pela sua própria lei, você não pode me expulsar – ele me encara de cara f**a – e vamos admitir, que Toco está preso, porque você colocou ele na cadeia. — Você acha que vai me ganhar com isso? – ele pergunta nervoso – você tem tudo na ponta da língua sempre c*****o. — Você sabe que eu estou certa – eu abaixo a arma que ele apontava para mim – eu não quero confusão, não arrumei confusão com ela, ela que veio me expulsar da minha casa. Quem tem que resolver o BO com tua esposa é você, se você traiu ela comigo, o problema é seu e dela, e não meu. — Eu te deixo Careca sua desgraçada. — O dia que você encostar no meu cabelo, eu corto teu p*u fora, meu cabelo cresce, teu p*u não – eu olho para ele nervosa – agora -e u empurro ele – sai do meu quarto – eu abro a porta. — Eu não quero confusão com a Carina – ele fala me encarando e estreito os olhos. — Eu nunca vi homem com medo da esposa como você está tendo dela, o que foi em Nolasco? – eu pergunto para ele – Tem r**o preso com a Carina? – ele me encara e vem em minha direção e para na minha frente. — Você tá avisada – ele fala – eu não respondo por mim. Ele sai e eu fecho a porta e abro um sorriso, Nolasco tinha r**o preso com a Carina e por algum motivo ele abaixava a cabeça para ela, mas eu iria descobrir o que era e teria Nolasco na minha mão.
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