Júlia Rei: Você entendeu o plano, não é?- falou nervoso me olhando. Júlia: Entendi sim...- respirei fundo e o carro parou na frente de um galpão. Peguei minha bolsa e desci do carro, indo em direção do Rei e segurando sua mão. Ele apertou minha mão e beijou minha cabeça. Fomos em direção ao portão do galpão e o Rei abriu, dando a visão do Coringa e o Th sentado em cadeiras amarrados, ambos ensanguentados. Meus olhos encheram de lágrimas com a cena e assim que o Coringa colocou seus olhos em mim as lágrimas desceram. Ia correr até ele, mas o Rei segurou meu braço. Eu puxei meu braço e fui em direção do Luan. Tirei meu casaco e molhei em uma torneira velha que tinha ali, depois voltei e passei em seu rosto que estava coberto de sangue. Ele me olhava com tristeza no olhar, mas não fala

