É o Amor...

1493 Palavras

- Vi, a gente não deve, é muito arriscado. - Falei. - E se alguém descobrir? - Você vai contar pra alguém? - Ele me questiona. - Óbvio que não. - Respondo. - Ótimo, por que eu também não vou. Ele se põe a me beijar novamente, com a mesma intensidade do beijo anterior. Confesso que estava adorando aquilo. Ficamos nos beijando e nos acariciando por volta de uma meia hora, em seguida, Vincenzo destrancou a porta, e se deitou no colchão, ao lado de minha cama. Não fizemos nada naquela noite, a não ser nos beijar, mas acabamos dormindo de mãos dadas, com um cobertor cobrindo nossas mãos, para caso alguém entrasse em meu quarto, não visse. No dia seguinte, me acordo com Vi me olhando. - Bom dia. - Falo sem conter o sorriso. - Bom dia. - Ele diz se pondo a me dar um selinho. Era um sábado

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