Por Hanna Eu estava nervosa porque hoje seria o dia que possivelmente iria decidir minha vida, isso se Marcela não fugisse como sempre tem feito. Ultimamente estamos vivendo um joguinho adolescente de cão e gato, pega não pega, quero mas não quero. Marcela conseguia me tirar do sério com uma facilidade incomum, mas sempre joga toda culpa para mim quando iniciamos um bate boca por coisa qualquer, então hoje nesse almoço precisávamos resolver isso de uma vez por todas antes que uma de nós duas acabasse enlouquecendo. Ouvi batidas na porta, autorizei a entrada e olhei em direção à mesma. – Já está pronta? Vi Marcela entrando na sala. Ela olhou para minha estagiária fazendo uma cara de desagrado. Essa quando coloca uma coisa na cabeça é mais difícil que uma mula empacada. – Estava só e

