Por Marcela Já era quase fim de tarde quando o médico liberou para que levássemos Gabi para casa. A garotinha estava tão exausta que já havia adormecido no colo da mãe enquanto estávamos indo para o carro. Como eu não estava preparada para nada disso eu não tinha cadeirinha para acomodá-la, então Hanna precisou ir no banco de trás do carro com a filha. Abri a porta para Hanna e esperei ela se acomodar de forma lenta para não acordar a criança. – Então, Hanna para onde te levo? Ela me explicou seu endereço e apesar de fazer muito tempo que não andava por Fortaleza eu conhecia muito bem a cidade, seu endereço era bem central ficando assim próximo ao trabalho e da casa da Micaela. O trajeto foi feito todo em silêncio. Parei na frente da guarita do prédio e baixei o vidro do carro para qu

