Christopher Quando retornei ao castelo, assim que a carruagem parou em frente aos portões, eu avistei um dos padres da igreja saindo de lá. Aflorando a minha curiosidade, eu fui diretamente até ele. — Padre? — Majestade! — curvou-se. — Não pude assistir à queima da bruxa, mas tive uma boa conversa com a rainha. — sorriu. — A rainha? Falou com a Eliza? — ele assentiu. — Padre, não sei se está sabendo, mas Eliza não deve receber visitas. Quem o deixou entrar? — Faustus, o conselheiro. Ele disse que a rainha precisava confessar-se. Ela está tão triste, pobrezinha. — mirou o chão. — Bem, obrigado pela sua paciência, padre. — Foi um prazer, majestade. — curvou-se mais uma vez antes de afastar-se para ir embora. Entrei no castelo já com o sangue fervendo de raiva. Por mais que eu

